SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quarta-feira, 16 Junho 2021, 23:26

“Cantares Vozes da Meia Via”

 

O grupo “Cantares Vozes da Meia Via” foi criado apenas há dois anos, mas já tem um currículo e uma história que merecem ser contados. O Almonda conversou com Fátima Rosa e Cândida Borges e quis conhecer o percurso deste grupo.

 

“O grupo Cantares da Meia Via iniciou as suas actividades em Novembro de 2009. O objectivo que norteou a sua constituição prendeu-se com a necessidade de preencher um espaço e um desejo vivo de alguma população feminina mais madura desta terra.

 

A Meia Via sempre foi rica em iniciativas de animação e com a constituição deste grupo de cantares alcançaram-se quatro objectivos em simultâneo: o gosto de cantar canções que fossem do seu agrado e que fizessem recordar a sua juventude; a terapia ocupacional de quem às vezes tem uma vida solitária ou de rotinas; o convívio quase familiar e o gosto imenso de compartilhar momentos de alegria e convívio com quem mais precisa ou quem tem gosto em nos ouvir”, sublinharam.

“Outra particularidade desde grupo reside no facto de promover outras actividades privadas ou de interacção com a comunidade, como passeios culturais e convívios que se traduzem num reforço de identidade e de relações inter-pessoais dando lugar a um ambiente verdadeiramente familiar entre todos os seus elementos e convidados”, acrescentam ainda.

 

O grupo começou com 20 senhoras e actualmente possui 28 elementos permanentes que vão dos 38 aos 81 anos. Dos seus elementos a grande maioria reside da Meia Via embora tenha alguns que residem fora da terra, mas no concelho de Torres Novas, e que se quiseram associar a esta iniciativa.

 

Têm ainda duas crianças, a Maria e o Tiago que constituem as mascotes do Grupo “e que nos acompanham a cantar alegremente para todos os locais e actuações.

Apesar de existirem alguns pedidos de ingresso em lista de espera, neste momento sentimos que o grupo não pode ser muito maior porque dificultará de forma relevante a sua mobilidade já por si complexa.”

 

Célia Ramos

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