SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sábado, 12 Junho 2021, 15:19

Apresentado o livro “As Igrejas do Salvador, de São Tiago e de São Pedro”

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No sábado, dia 9 de junho, a Igreja do Salvador encheu para a apresentação do livro “As Igrejas do Salvador, de São Tiago e de São Pedro” do historiador de arte, professor Vítor Serrão.

Esta obra apresenta os restauros, transformações e embelezamentos, a que os três templos paroquiais foram sujeitos ao longo dos séculos, não esquecendo de fazer uma referência aos pedreiros, construtores, imaginários, escultores, pintores, douradores, entalhadores, carpinteiros e pintores de azulejos que os executaram.

A Orquestra de Guitarras do Conservatório de Música do Choral Phydellius abriu a cerimónia, após a qual o Padre Aníbal Vieira agradecer a presença de todos os que se quiseram associar a esta cerimónia.

Coube ao historiador e escritor torrejano, Joaquim Rodrigues Bicho, fazer a apresentação da obra e do autor da mesma.

Desde cedo que o professor Vítor Serrão tem uma forte ligação a Torres Novas, disse Joaquim Bicho. Em 1977, foi publicado no jornal “O Diário”, um estudo feito por este autor, relativo às duas telas pintadas em 1640 por Miguel Ferreira, alusivas à “Ressurreição de Lázaro” e à “Cura do Paralítico” que hoje se encontram nas paredes da nave da igreja da Misericórdia. Nos anos 80, regressa a Torres Novas “em busca do chamado «Apeles Torrejano”, e acaba por o identificar com o pintor e dourador  torrejano Pedro Vieira. Paralelamente, embrenha-se na leitura de documentos do Cartório do Salvador e descobre coisa velhas que entretecem a história e retratam a vida de figuras notáveis da sociedade torrejana”, afirma o historiador torrejano.

Vítor Serrão  começou há cerca de dois anos a sua investigação em torno das três igrejas paroquias, de Salvador, São Tiago e São Pedro, “e a deixar memória documentada sobre o seu valor histórico e artístico, no momento em que se concluem os trabalhos de conservação e restauro iniciados em 2009”, salienta Joaquim Bicho.

Célia Ramos

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