SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quinta-feira, 17 Junho 2021, 21:37

Câmara: Unanimidade no apoio às mudanças no CHMT

Depois de Abrantes também a Câmara de Torres Novas votou por unanimidade uma moção de apoio à reestruturação anunciada pelo Centro Hospitalar do Médio Tejo. A moção foi votada na terça-feira, dia 24, antes de o Presidente da Câmara se ir juntar aos seus pares numa outra reunião, na Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo com a Administração do Centro Hospitalar. De salientar que Carlos Tomé, o vereador da CDU, não esteve presente na reunião de Câmara, pelo que a moção de apoio não contou com o seu voto.

António Rodrigues começou a reunião de Câmara com a leitura da moção de apoio à reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo. O Presidente da Câmara de Torres Novas sublinhou o «momento complicado e difícil» que se vive, dizendo que está em causa o futuro dos três hospitais que constituem o CHMT. Disse ainda que tem noção que a decisão da administração do CHMT foi «difícil», mas também que essa decisão é «irreversível», dando ainda enfoque à «atitude saudável de diálogo do Presidente do CHMT». Disse ainda que o que está em causa na reestruturação é «o tentar potenciar a verdadeira complementaridade dos três hospitais», situação que só por si é «complexa e que nem sempre as populações aceitam», disse.

Entende o Presidente que neste momento o mais importante será acompanhar bem o processo e «tudo fazer para que os três hospitais se mantenham a funcionar em nome do Serviço Nacional de Saúde». Disse ainda, em defesa da administração do CHMT, que fosse qual fosse a opção de qualquer administração nunca se conseguiria tomar uma decisão a contento de todos os municípios da região. Prometeu continuar a acompanhar o assunto até porque «o assunto é demasiado sério» e anunciou que o diálogo iria continuar na Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

Carlos Simões, vereador do PSD, que substituiu João Sarmento, mostrou-se «perfeitamente de acordo» com a moção e acrescentou, «até porque teremos de atender à situação do país, não podemos nos dar ao luxo de andar a duplicar estruturas».

LML

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