SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Segunda-feira, 14 Junho 2021, 16:16

Ministro da Saúde assiste à tomada de posse do Conselho de Administração do CHMT

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O ministro da Saúde, Paulo Macedo, presidiu à cerimónia de tomada de posse, na quarta-feira, dia 14, do novo Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) presidido pelo Engº Joaquim Esperancinha.

No seu discurso de tomada de posse o novo Presidente do Conselho de Administração deu um sinal do caminho que traçou, sublinhando que são necessárias «medidas urgentes de racionalização de toda a estrutura do Centro, procurando desenvolver uma cultura organizacional diferente, transformando as actuais três unidades hospitalares, debilitadas, deficitárias, de costas voltadas e, por vezes, em concorrência estéril, em uma só, mas forte, pujante e criativa» apostando em corrigir «os insucessos e relançando novos projectos, anulando desperdícios e ineficiências». Em suma, declarou, «Obter mais e melhor saúde para a população com custos controlados».

Esse objectivo deverá ser atingido «numa simbiose de envolvimento e compromisso», que passará pela «descentralização de responsabilidades e competências» e pelo compromisso em «obter mais e melhor saúde para a população com custos controlados», afirmou.

A rematar a intervenção Joaquim Esperancinha sugeriu ao ministro uma visita mais demorada, para conhecer as unidades de Abrantes e Tomar. Mais tarde o ministro iria responder, dizendo que iria ficar à espera do convite.

Paulo Macedo espera que a nova administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo aplique um plano de reorganização e racionalização, que deverá passar pela centralização de serviços que se repartem pelos três hospitais que o constituem. O ministro frisou ser necessário racionalizar «a excessiva capacidade instalada» e apontou directamente aos 60 milhões de euros de dívida acumulada do centro hospitalar, sublinhando que «não há nenhuma actividade que consiga viver assim». Paulo Macedo foi bastante explícito, dizendo que espera uma reforma dos serviços de urgências, esperando uma «racionalização de serviços, nomeadamente no que toca aos três serviços de urgência».

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