SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sábado, 19 Junho 2021, 17:12

Apresentado o programa das Memórias da História 2011

 

Vem aí o “Rei Menor”

 

A Câmara Municipal, através do Presidente, António Rodrigues, apresentou na segunda-feira, dia 4, o programa “Memórias da História” para a sua edição de 2011, que se realizará de 5 a 8 de Maio em Torres Novas.

 

O Rei Menor

 

Sob o tema da chegada do “Rei Menor” e as Cortes de 1438, o programa das Memórias da História de 2011 alude ao ano em que morreu o Rei D. Duarte, deixando o príncipe herdeiro com apenas 6 anos de idade. Para além dos juramentos de fidelidade a prestar ao jovem rei, era necessário resolver a questão da regência. A quem confiar os destinos de Portugal durante a menoridade de D. Afonso V? A disputa entre facções de opinião divergente quase levou o reino a uma guerra civil, e Torres Novas foi o cenário desse confronto.

 

Evento ambicioso

 

António Rodrigues assume que o evento é «super ambicioso» e que a realização destas irão ser «mais complicadas do que em anos anteriores», e justificou, «porque as outras correram muito bem e não podemos defraudar as expectativas». Em seguida procurou salvaguardar a realização desta grande festa, explicando que há um apoio da comunidade europeia que se destina à realização deste tipo de eventos, «há uma linha directa de apoios comunitários que só podem ser aplicados para este fim». Atendendo à situação de crise económica que o país atravessa o Presidente explicou que a realização deste evento só acontece porque há apoios na ordem dos 85%, acrescentando, «a estratégia de regeneração urbana não implica só as obras, isto faz parte de uma candidatura que estivesse em que estado o país estivesse o dinheiro apenas poderia ser gasto nestes eventos». Logo depois acrescentou, «para o ano o figurino poderá mudar» e admitiu que as festas poderão passar a ser pagas. Em conclusão disse que estes dois anos de “Memórias da História” com as feiras de época foram «alavancas para o futuro» e até aqui estivemos «amparados pela comunidade europeia». A partir do próximo ano a feira já será a pagar. Por fim rematou, «se o dinheiro não fosse gasto nisto teria de ser devolvido».

 

Carlos Carreira, que está a coordenar o evento este ano, através do Teatro Virgínia, explicou o porquê de se apostar no tema das cortes de 1438, «tiveram uma importância nacional». O desenho do espaço, de utilização das ruas, será semelhante ao que sucedeu no ano passado, com a utilização do Castelo, do Terreiro de Santa Maria, com a novidade de se utilizar o Largo do Salvador.

 

Luís Miguel Lopes

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