SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Terça-feira, 15 Junho 2021, 20:23

Parecer do LNEC sobre a Escola Maria Lamas discutido na reunião de Câmara

 

O parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) esteve em debate na reunião de Câmara de terça-feira, dia 22.

 

João Sarmento, o vereador do PSD, foi quem primeiro puxou pelo assunto, reafirmando o que havia dito a “O Almonda” na edição anterior, defendendo que se os custos para fazer um novo edifício ou o aproveitar o que existe estiver em discussão opta pela primeira opção, acrescentando que a Câmara deveria tomar uma posição clara de forma a que «os erros do passado não se voltassem a repetir».

 

Pedro Ferreira, o vice-presidente da Câmara, fez uma súmula das posições assumidas pelo executivo, recordando que a situação de risco de que se falou inicialmente não existe e que este é um processo «onde a Câmara não tem poder decisório», pois «não manda nem na Parque Escolar, nem no Governo».

 

Carlos Tomé também repetiu a expressão que utilizou nas páginas de “O Almonda” dizendo que toda a situação era «uma grande trapalhada», criticando a «impunidade total» de quem fez um edifício que ao fim de oito anos tem de ser alvo de intervenção. Lembrou que quando souberam da situação, há uns meses atrás, muita gente manifestou surpresa e agora «surge o parecer do LNEC e não se pedem responsabilidades. Vai-se gastar 14 milhões de euros e o mesmo parecer alerta para a possibilidade para os custos “derraparem”». Disse ainda o Vereador que houve «precipitação de alguém» quando afirmou que o edifício (novo) “nunca iria ser demolido” – lembrou a expressão de António Rodrigues – quando «tecnicamente parece ser a melhor solução».

 

Manuela Pinheiro (PS) acrescentaria mais tarde que foi realizada uma reunião com a Parque Escolar e que se decidiu analisar a possibilidade de aproveitar o edifício, desconhecendo que o montante da verba rondasse os 14 milhões, pois ouvira falar em 12. Lembrou ainda que o Presidente considerou que a proposta era “imoral” por ser mais cara que a construção de todos os Centros Escolares do concelho. No entanto, disse a finalizar, «queremos que a obra venha».

 

Luís Miguel Lopes

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