SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quinta-feira, 17 Junho 2021, 20:49

Feira do Cavalo da Golegã dura até Domingo

 

A Vila da Golegã é neste altura, e até domingo dia 14, local de visita obrigatória para os amantes do mundo equestre. Decorre a tradicional Feira Nacional do Cavalo, a 35ª, que, como é hábito, atrai milhares de pessoas à vila ribatejana.

 

O Largo do Arneiro é o centro da feira. Ali se concentram um sem número de actividades que ocupam o programa oficial da feira. Mas é também o local predilecto do público. Passeia-se a pé ou a cavalo, havendo quem faça gala de estar “devidamente trajado”, homenageando dessa forma toda uma cultura e tradição centrada em torno do Cavalo. Há elementos típicos nesta paisagem e um deles é sem dúvida o vendedor de castanha assada. São vários espalhados pelas ruas e pelo recinto da feira, deixando no ar o cheiro que tão bem se identifica com a Feira. Há também o desfile dos cavaleiros e amazonas, que andam em volta do Largo do Arneiro, fazendo parte de um quadro que vai perdurando no tempo.

 

A Feira da Golegã volta este ano a repetir a experiência bem sucedida e introduzida na edição de 2009 “Um cavalo a ver, um cavalo a adquirir”, que permite aos criadores exibirem os cavalos que podem ser adquiridos, permitindo que o Largo do Arneiro não seja só um local de espectáculo.

 

No dia 11, dia de S. Martinho, haverá um “quadro vivo” alusivo às “invasões francesas na Golegã, 200 anos depois”, evocando-se a destruição e vandalismo de que a vila foi alvo sob ordens do general Massena, que em 1810 comandou a terceira invasão francesa a Portugal.

 

Luís Miguel Lopes

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