SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sexta-feira, 25 Junho 2021, 07:38

No Hospital falta equipar o Ambulatório Pediátrico

 

O Serviço de Pediatria de Torres Novas cresceu. E cresceu de tal forma, que o espaço de que dispõe actualmente, além de ser insuficiente para o elevado número de crianças que por ali passam diariamente, há muito que deixou de oferecer a qualidade dos serviços prestados que seria desejada pelo Serviço.

 

“Olhamos a criança com os olhos dos seus direitos, humanização e respeito, dentro das normas internacionais e segundo as normas da OMS, que define Saúde como o «bem-estar físico, mental e psicológico». O desenvolvimento e diferenciação do serviço têm sido constantes em todas as suas vertentes: assistenciais, científicas e humanitárias”, e assim é desejável que continue a ser a prestação de serviços na Pediatria, tal como disse a O Almonda, a Directora do Serviço de Pediatria de Torres Novas, Ermelinda Júlia Gonçalves.

 

Actualmente o movimento de consultas anuais neste serviço ronda os seis mil atendimentos, e no que respeita ao serviço de urgências, os números apontam para cerca de 29 mil crianças atendidas neste serviço.

 

Na sexta-feira, dia 29 de Outubro, o presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, António Rodrigues, visitou um espaço recentemente renovado no Hospital Rainha Santa Isabel, o Ambulatório Pediátrico, que constitui «uma mais-valia no que diz respeito às condições físicas de atendimento às nossas crianças, que procuraremos humanizar de acordo com as regras internacionalmente consagradas: espaço próprio, atendimento diferenciado, carinho e competência profissional», destacou Aníbal Teixeira de Sousa, director do Departamento de Saúde da Mulher e da Criança.

 

Notoriamente envolvida neste projecto, a Directora do Serviço de Pediatria afirmou que este novo espaço vem «oferecer um espaço condigno em ambulatório ao atendimento infantil, sobretudo porque nos permite separar a consulta /ambulatório do Serviço de Urgência, até aqui efectuados em espaços contíguos, com sobrelotação de doentes, aumento de risco infeccioso e já sem sala de espera na consulta, (a espera é feita no corredor) e sem fraldário que teve de ser adaptado para gabinete de trabalho, para ganhar espaços de trabalho assistencial.”

 

O espaço está terminado, faltando o apetrechamento de todo o equipamento e a criação de um posto de trabalho de enfermagem e de um auxiliar. “Este é o mínimo, mas que é absolutamente necessário para abrir este serviço”, afirma a directora da pediatria na esperança de que em breve este investimento esteja em funcionamento.

Célia Ramos

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