SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sábado, 19 Junho 2021, 20:45

Salvado Alves deixa o Comando do Regimento de Manutenção do Entroncamento

 

O Cor. de Engª Material João António Salvado Alves entregou o comando do Regimento de Manutenção do Entroncamento na sexta-feira, dia 17. Mas antes, na quarta-feira, dia 15, apresentou as suas despedidas à cidade e a todos os que colaboraram com o regimento que esteve sob o seu comando.

 

Um almoço com as forças vivas da região foi a forma que Salvado Alves encontrou para dizer “obrigado” a quem com ele colaborou. Fizeram-se representar muitas autarquias e instituições, estando Torres Novas representada por Pedro Ferreira. O Comandante cessante diz que aquele almoço foi uma forma de expressar o reconhecimento a escolas, bombeiros, cruz vermelha e autarquias, entre outras instituições, pois enquanto comandou o regimento nunca se sentiu «marginalizado», mas pelo contrário teve muitas vezes a sensação de ali «ter vivido a vida toda». Conclui por isso que a sua realização pessoal «foi grande».

 

Do tempo em que esteve à frente do regimento entende que houve algumas actividades que se destacaram, como o apoio às colectividades, pois foi criada essa habituação de o regimento estar disponível e até os soldados se habituaram a se voluntariar para alguns serviços que era necessário realizar. Lembrou também a semana de campo, integrada no projecto de apoio às escolas, como um episódio marcante e justificou, «hoje em dia os miúdos trazem os pais ao quartel para visitar o nosso museu e as instalações». Outro momento também considerado «importante» foi o de apoio à “Festa da Família” que é organizada pela Paróquia do Entroncamento. Estes foram «sucessos» que agora o comandante cessante espera que venham a ter continuidade no futuro e que dessa forma se consiga manter o espírito «de unidade aberta».

 

Mais tarde, durante as intervenções, o Comandante Salvado Alves recordou a presença de 55 anos daquela unidade no Entroncamento e disse que sentiu um «enorme orgulho» porque a sua unidade foi capaz de se «integrar na dinâmica da comunidade».

 

Luís Miguel Lopes

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