SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Terça-feira, 15 Junho 2021, 17:05

Não há vagas para todos na Escola Manuel de Figueiredo

 

Na Escola Manuel de Figueiredo há este ano quatro novas turmas de 7º ano, o número máximo que a Rede Escolar autoriza, segundo explicou a “O Almonda”, o Director Paulo Renato. Este estrangulamento na entrada de novos alunos obrigou a que fossem encontradas outras alternativas para que os alunos pudessem prosseguir os seus estudos.

 

No ano passado a escola tinha nove turmas de 6º ano e agora só tem quatro de 7º ano, o que teve por resultado a saída deste estabelecimento escolar de cinco turmas. A maioria dos alunos foi transferida para a Escola Maria Lamas.

 

Como as vagas na Artur Gonçalves estão esgotadas estes alunos acabam por ir para a Escola Maria Lamas. A principal razão desta transferência para aquela escola prende-se com a capacidade instalada ali disponível. A Escola Manuel de Figueiredo tem toda a sua capacidade instalada preenchida, com cerca de 25 turmas e um número estimado de alunos a rondar os 600. Apenas por desistência de algum aluno é que alguém poderá agora ali entrar (no 7º ano) e a transferência a acontecer terá de se realizar até ao início das aulas em Setembro.

 

A propósito do processo de matrículas “O Almonda” procurou saber junto do Director da Escola, Paulo Renato, como é que este tem decorrido, tendo o director garantido que tem decorrido «normalmente» e que a escola «seguiu a legislação em vigor e respeitou as directivas da Rede Escolar», adiantando ainda que «todas as situações que nos apareceram tiveram resposta de acordo o que está previsto na lei».

 

Pese toda a transparência do processo ele é um pouco confuso. Alguns Pais têm reclamado junto dos serviços, manifestando alguma incompreensão e insatisfação por o seu filho não ter sido aceite na Manuel de Figueiredo. No entanto Paulo Renato insiste em explicar que a escola fez «a afixação das listas dos alunos aceites e os critérios que foram aplicados» e ainda «informou por escrito os alunos que viram os seus processos de transferência recusados para outras escolas».

 

Luís Miguel Lopes

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