SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Segunda-feira, 14 Junho 2021, 01:10

Festas do Almonda 2010 agradaram

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Terminaram no Domingo, dia 11, as Festas do Almonda 2010. Um elaborado fogo de artifício marcou o encerramento dos festejos. Um espectáculo deslumbrante que pôs todos os torrejanos de nariz para o ar.

 

Com menos dinheiro para gastar a autarquia apostou num tipo de programação musical diferente, mas nem por isso as “Festas do Almonda 2010” tiveram menos sucesso. Todas as noites o Jardim das Rosas se enchia de público para assistir ao espectáculos e foi rara a vez, ainda que a houvesse, que o público saiu desiludido. Apenas por duas ocasiões o repórter de “O Almonda” ouviu alguns comentários menos abonatórios das bandas contratadas, pois houve quem considerasse que em Torres Novas haveria bandas que tocariam tão bem quanto as bandas de “covers” que foram contratadas para animar algumas noites. Mas estes “queixumes” não tiraram o brilho às festas, que em ano de contenção ainda animaram as noites torrejanas.

 

Como já é tradição em Torres Novas as festas encerraram no Domingo com uma noite de Fado de Coimbra no rio Almonda e com o tradicional fogo de artifício ao soar da meia-noite. O fado, como é costume, atraiu muita gente às margens do Almonda, onde o espectáculo de Fados decorreu. Ali, como habitualmente, a tertúlia do Fado de Coimbra deu um espectáculo percorrendo o rio num barco preparado para o efeito. Nas margens havia muita gente e por toda a Avenida João Martins de Azevedo se via pessoas a passear de um lado para o outro. A noite estava agradável e a meia-noite quase a chegar.

 

À meia-noite começou o espectáculo de fogo de artifício e havia que rapidamente procurar o melhor sítio para assistir ao espectáculo. Este ano as atenções centraram-se no edifício da biblioteca, onde havia fogo preso, e no Castelo, de onde partiram a maioria dos foguetes. 

 

O fogo de artifício marca sempre o encerrar das festas. É um momento de beleza efémera em que a luz dos fogos ilumina a cidade. E à meia-noite, pontualmente, o primeiro foguete rebentou no céu. As cabeças viraram-se todas para cima e em direcção ao Castelo. Luzes de todas as cores explodiram no céu num espectáculo que durou cerca de um quarto de hora. Um espectáculo que durante meia hora pôs Torres Novas a admirar o céu.

 

Luís Miguel Lopes

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