SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sexta-feira, 18 Junho 2021, 09:48

“Plântula” a florescer em Torres Novas

 

A base de trabalho da empresa torrejana “Plântula” é o viveiro que tem perto da aldeia da Ribeira Branca. O início deste projecto ambicioso, no campo da horticultura, remonta a 1992, quando Noémia Faria e Carlos Costa resolveram apostar numa empresa de «produtos hortícolas e de árvores». Pelo caminho, devido aos desafios que a economia lhes colocou à frente, encontraram muitas dificuldades, mas, com tenacidade e muito trabalho acabaram por diversificar o negócio e apostar no ramo das plantas ornamentais.

 

Quem entre ou saia da A23 já terá por certo reparado nas instalações da “Plântula”, bem perto da rotunda. Não é raro ver algum buliço em torno daquele espaço, quer seja a carregar ou a descarregar, ou mesmo a ver quais são as novidades. À frente da loja a Noémia Faria, Engª Agrícola de formação, recebe toda a gente com um sorriso no rosto. O saber receber é parte do sucesso da empresa e Noémia Faria mostra-se bem preparada nesse capítulo.

 

De início ainda nem existia o IP6, que mais tarde mudou o nome para A23. Havia só a Estrada Nacional 3 e a localização da loja foi «uma feliz coincidência». Na altura para abrir a empresa, Noémia e Carlos, os dois sócios, candidataram-se ao projecto “Leader” e obtiveram os fundos necessários para o arranque de um negócio que entendiam que tinha futuro.

 

Mão-de-obra feminina

 

Maioritariamente emprega mulheres pois elas têm «mais destreza com as mãos», explicou. No entanto a “Plântula” tem também um “rosto social”, acolhendo um formando do CRIT há mais de dez anos, e justificam esse dar de mão, «aqui na empresa entendemos que também temos responsabilidade social ao mesmo tempo que percebemos os dramas à volta destas coisas».

 

Além desta integração não é raro encontrar neste estabelecimento jovens a realizar estágios. Pelos mesmos motivos atrás expostos, a “Plântula” entende que tem responsabilidade social e que até «não custa muito dar apoio».

 

Luís Miguel Lopes

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