SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quarta-feira, 23 Junho 2021, 13:44

Festa em família no Casal da Pena

 

De cada vez que um representante de “O Almonda” é convidado pelo Centro Cultural e Recreativo da Pena e Casal da Pena sabemos que somos convidados para uma festa especial, onde o sentimento de comunidade é vivido com o sentir de família. Foi assim mais uma vez, por ocasião de mais um aniversário, o décimo primeiro, que se comemora em simultâneo com o almoço convívio do “Dia do Conterrâneo”.

 

Após o almoço, e chegada a hora dos discursos que a ocasião pedia, Sara, uma representante da direcção, lembrou a luta contínua desde 1998 para que o Centro Cultural fosse uma realidade. Este ano apresentaram mais um passo dado na colectividade, com o aproveitamento do antigo lagar, situado junto ao actual bar do Centro Cultural. Este espaço, explicou Sara. Este irá complementar o café/bar que se tornou pequeno, especialmente no Inverno. O novo espaço, que já conta com mais de 1600 horas de trabalho voluntário, irá ser reservado à sala de jogos de snooker, matraquilhos e de ping-pong. Estes divertimentos têm sido constrangidos pela utilização frequente das instalações para festas de casamentos e baptizados, encontros e festas de família, pelo que o novo espaço é muito bem-vindo à comunidade. O espírito de convivência e de união familiar entre as diferentes gerações foi mais uma vez realçado, pois nesse intercâmbio geracional há uma passagem de valores, o que é uma mais valia para todos.

 

Lembrar Celeste Mota

 

Uma das grandes impulsionadoras do Centro Cultural, e recordada na ocasião, foi Celeste Mota, que foi «uma das grandes mulheres» da terra que na sua humildade «fazia muito, falava muito e demonstrava muito saber, mas tudo na tónica do silêncio», disse ainda a representante da direcção. Para os mais desatentos foi lembrado que foi por causa de Celeste Mota que o espaço em frente da Capela e da Colectividade foi arranjado com calçada e grades e que esse feito se deve, e em muito, à «sua garra e persistência». O elogio à desaparecida associada terminou com um respeitoso minuto de silêncio, que foi cumprido pelos mais de 250 convivas.

 

Luís Miguel Lopes

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