SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quarta-feira, 23 Junho 2021, 03:04

Grande Concerto de Reis do Choral Phydellius

 

Como havia prometido na entrevista que concedera a “O Almonda” na edição da semana anterior, o Maestro João Branco preparou para o tradicional Concerto de Reis um espectáculo cheio de ritmo e com muitas variações musicais. A Igreja do Convento do Carmo encontrou-se repleta, no Sábado, dia 9, com muita gente de pé, para acolher os votos de “Boas Festas” do seu Choral Phydellius.

 

A moldura humana, com a Igreja repleta, ajudou logo a aquecer um pouco a alma, numa das mais frias noites do ano. Em primeiro lugar ouviu-se os mais novos, o Coro Juvenil do Choral Phydellius, que sob a direcção do Maestro João Branco fizeram ecoar as suas vozes bem alto, enchendo por completo o espaço. Entre a assistência alguns pais não eram capazes de disfarçar o orgulho que sentiram por escutar as vozes dos filhos no Choral Phydellius, que assim também vão dando um pouco de si a uma instituição que é de toda a cidade. Os temas interpretados, que foram desde os espirituais negros da América, aos sons africanos da Missa Étnica pela Paz, puseram à prova os jovens coralistas, ultrapassando-a com distinção, como se pôde entender pelo ecoar das palmas no final da actuação.

 

Seguiu-se o Quarteto de Violoncelos do Phydellius, dirigidos pela Professora Ana Rodrigues, que interpretaram dois temas de Rolf Lovland, mostrando também por sua vez a sua evolução naquele difícil instrumento. Logo depois ouviu-se a Orquestra de Câmara do Phydellius, que sob a batuta do Professor Luís Carreira interpretaram três temas, de Puccini, Bach e Hayden.

 

Logo depois foi a vez do coro adulto do Choral Phydellius ocupar o “palco”. Os coralistas do Phydellius apresentaram-se com confiança no primeiro tema o que foi um bom prenúncio para o resto do concerto, pois as palmas nunca faltaram no final de cada actuação. O repertório foi um misto de temas de portugueses, onde não faltou o tradicional tema de Lopes Graça, a temas americanos, espanhóis, ingleses e alemães. Brincando um pouco ouviu-se um “sortido” de canções que foi magistralmente servido por um coro de renome, o “nosso” Choral Phydellius.

 

Luís Miguel Lopes

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