SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Terça-feira, 15 Junho 2021, 16:12

“O Phydellius tem condições para disputar o acesso à Liga dos Campeões”

 

João Baptista Gouveia Branco, 31 anos, está há dois anos como Maestro do Choral Phydellius. É neste momento elemento do coro da Fundação Calouste Gulbenkian, maestro titular do Coro Polifónico de Almada, Coral Stella Vitae e da Orquestra de Câmara de Lisboa (formação ad hoc), director artístico dos festivais “Cantar Liberdade” e “Outonalidades”, presidente da Associação de Coros da Área de Lisboa e membro do júri para o “World Youth Choir”, assim como assume a direcção do Choral Phydellius (Coros Adulto e Juvenil).

 

Aproveitando o aproximar da data do tradicional “Concerto de Reis” do Choral Phydellius “O Almonda” entrevistou o jovem maestro.

 

Como aconteceu a sua ligação à música?

 

Desde os cinco anos que ando “nisto”. Os meus pais inscreveram-me na Escola de Música, na mesma escola que a minha irmã tinha frequentado, a Fundação Musical Amigos das Crianças. Inscreveram-me em piano e, dois ou três anos mais tarde, a minha irmã decidiu que o piano tinha menos saída que o violino, então obrigou-me a mudar de instrumento.

 

Isso não chocou com o seu gosto pessoal?

 

Claro que chocou, até porque o piano é um instrumento mais sedutor e harmónico. É mais fácil para quem está em iniciação gostar de tocar piano porque começa logo a produzir som e melodias. Quem está em violino nada mais faz do que “arranhar” durante alguns meses.

 

E a partir de que momento é que estudar música deixou de ser uma obrigação e passou a ser um gosto?

 

Foi relativamente rápido. Eu era bastante miúdo e fazia os coros de ópera do S. Carlos. Mesmo em férias trabalhava lá no S. Carlos, já tinha criado o gosto pela música.

 

Porque é que era requisitado?

 

Era puto, não cantava mal e tinha alguma leitura…

 

Com é que tem sido, ao longo dos anos, a sua ligação a Torres Novas?

 

Se calhar temos de dividir em três partes. A primeira até à entrada na faculdade, em que vinha cá todos os fins-de-semana e passava cá as férias, uma segunda depois de concluir a Universidade e comecei a trabalhar, e por isso vinha cá mais esporadicamente, e por fim quando comecei a trabalhar com o Phydellius comecei a ter uma ligação mais assídua.

 

Luís Miguel Lopes

Partilhe!
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
Print
Share on reddit
Reddit
Jornal O Almonda, 2021 © Todos os direitos reservados