SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quarta-feira, 16 Junho 2021, 11:57

Festa de Natal do CRIT – Sempre uma magia diferente

 

A magia é sempre diferente no CRIT. Ali os jovens sentem com mais intensidade esta época de Natal. Esperam ansiosamente que o Pai Natal chegue e não conseguem esconder a excitação do momento. No CRIT sente-se a magia do espírito de Natal.

 

Durante toda a manhã de sexta-feira, dia 18, o palco montado para o efeito teve a colaboração de ranchos, coros, músicos e animadores. Tudo servia de paliativo para a chegada do Pai Natal. É claro que os jovens do CRIT gostavam das canções e apreciaram as actuações, mas no imaginário deles estão os presentes que chegam com o senhor de barbas brancas. Este ano a sua chegada foi espectacular, com a preciosa colaboração do MotoClube de Torres Novas, do moto clube “Garças Rolantes” da Brogueira e também da PSP, que também enviou uma unidade motorizada. Quando chegaram nas motos, acelerando bem para se dar conta da sua presença, os três motociclistas subiram ao palco carregando os presentes, com todas as luzes ligadas e com a sirene da moto da PSP a fazer uma barulheira inf… de Natal. Foi o momento dos sorrisos se transformarem em “Ahs!” de admiração e de se ver o contentamento espelhado em todas as caras dos jovens presentes. Tinha chegado a altura dos presentes.

 

Entrega de diplomas e uma homenagem

 

Antes de todas esta excitação houve ainda tempo para fazer a entrega dos diplomas aos jovens que concluíram a sua formação este ano. Ao todo foram oito jovens que terminaram a sua formação, tendo grande parte deles ficado integrada no local onde realizou o estágio. Bruno Correia Baptista, Sérgio Silva, Marco José Sousa, Pedro Neves, Filipe Reis, Paulo Jorge Figueiredo e Tânia Raquel subiram ao palco para receberem os seus diplomas, sob um forte aplauso de todos os restantes alunos do CRIT que ali se encontravam.

 

Na ocasião o Presidente do CRIT, Pedro Ferreira, aproveitou para homenagear uma funcionária com 25 anos de casa, a Maria Emília, ou melhor, a “Milita”, dizendo que tem sido sempre «um exemplo de solidariedade». Uma comovida “Milita” agradeceu todo o apoio que tem recebido ao longo dos anos que ali trabalha e aproveitou para declarar, «Ser solidário é a melhor coisa que se pode ser», e logo acrescentou, «Esta é a minha segunda família».

 

Luís Miguel Lopes

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