SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Segunda-feira, 14 Junho 2021, 00:26

Pe José Américo apresentou as suas homilias em livro

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Mais do que a apresentação do livro do Pe. José Américo “Homilias – Os meus apontamentos” houve o privilégio de presenciar um testemunho vivo no Domingo, dia 20, no renovado Salão Paroquial de S. Pedro. O Pe. José Américo não nos deu só a conhecer os seus pensamentos, deu, com a sua presença, um exemplo de vida.

 

Entre os muitos amigos que tentaram aproximar-se para cumprimentar o Pe. José Américo o repórter de “O Almonda” ia tentando conversar e procurando saber o que o tinha levado a fazer o livro. Na sua simplicidade confessou que aqueles escritos que realizou não foram feitos com o propósito de um dia virem a ser publicados, mas que foram antes escritos para seu uso pessoal, e por uma razão muito simples: Durante as missas a que presidia muitas vezes esquecia-se do que estava a dizer e por isso resolveu adoptar a estratégia de levar as suas homilias escritas. Assim era há já três anos, e o livro agora apresentado contém essas reflexões para os anos A,B e C da liturgia cristã. «Já as usei duas vezes», disse na sua simplicidade antes de contar que foi o Sr. Joaquim Rodrigues Bicho que o desafiou a editar os seus pensamentos, «Ele fez-me essa pergunta e eu autorizei-o a fazer o livro a partir daí.

 

«Continuo com apetite»

 

Durante a conversa houve quem o tentasse cumprimentar com abraças ou beijos, mas o Pe. José Américo recusava-os delicadamente, explicando que se contraísse algum vírus, por mais inofensivo que fosse para os outros, poderia ficar muito mais debilitado do que já está. No entanto, fez questão em explicar, está hoje muito melhor, pois ainda há dois meses pesava apenas 34 quilos e hoje em dia já vai nos 50, e disse com um sorriso muito aberto, «E continuo com apetite».

 

Em conversa com o Pe. José Américo o Sr. Joaquim Bicho confessou que teve a sua tarefa muito facilitada e recusou qualquer protagonismo, dizendo, «O que é admirável é a sua capacidade de síntese. Quando começamos a ler apercebemo-nos disso».

 

Luís Miguel Lopes

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