SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Domingo, 20 Junho 2021, 11:54

Militares torrejanos ao comando de tropas portuguesas no Kosovo

 

Já foi no dia 16 de Setembro que o Major João Faria arrancou por seis meses para comandar a operação de logística e preparar a chegada de 290 elementos do batalhão de infantaria que compõe o contingente português da “KFOUR”, a força de manutenção de Paz da Nato no Kosovo.

 

O Tenente-coronel Lino Gonçalves vai no dia 25 de Setembro, com o grosso do batalhão e no dia 28 arrancam os últimos elementos da força. O contingente militar português é composto por 30 mulheres e 260 homens. O batalhão comandado por Lino Gonçalves vai render outro batalhão de Vila Real.

 

O batalhão português constitui a reserva táctica terrestre do comando da “KFOUR”  e isso implica, explicou a “O Almonda” o Tenente-coronel Lino Gonçalves «estar preparados para num curto espaço de tempo actuar em todo o teatro de operações, não tendo uma área geográfica específica atribuída».

 

Teatro de operações calmo

 

Lino Gonçalves está confiante de que a missão decorra sem incidentes, pois o teatro de operações «está calmo», estando até programada uma redução de efectivos no terreno a partir de Janeiro do próximo ano.

 

Tarefas comuns

 

As tarefas mais comuns que os militares portugueses irão desempenhar serão de “Operações de proximidade”, ou seja, patrulhas de presença com «a finalidade de assegurar a liberdade de movimentos e garantindo um ambiente seguro», explicou o Tenente-coronel.

 

Família preparada

 

«Temos de estar preparados», disseram o Major João Faria e o Tenente-coronel Lino Gonçalves, que logo acrescentaram, «Enquanto militares temos de estar preparados para servir onde a pátria nos chamar. Servir onde e quando for necessário». Os militares estarão longe de casa por seis meses e o Natal vai lá ser passado. Esse será, garantem, o período que vai custar mais a todos, razão porque as licenças são canceladas nessa altura. Para comunicar com os familiares contam recorrer às novas tecnologias, através da internet e recorrendo a programas como o “Messenger” e o “Skype”.

 

Luís Miguel Lopes

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