SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Segunda-feira, 14 Junho 2021, 01:25

Lançada a primeira pedra dos Centros Escolares da Meia Via e de Riachos

 

No Sábado foi dia de primeiras pedras. Depois de durante a manhã, do dia 12, ter sido lançada a primeira pedra da obra dos novos Paços do Concelho, à tarde foi a vez dos Centros Escolares de Meia Via e de Riachos.

 

Na Meia Via…

 

António Rodrigues foi em primeiro lugar à Meia Via, onde a banda local, a Euterpe Meiaviense, fez as honras da casa, recebendo a comitiva autárquica com música. A cerimónia começou com o responsável das “Construções Atlântico” – antes tinha o nome de “Secoliro” –  a explicar que a execução da obra dará origem a três blocos, para o  Jardim de Infância, Primeiro Ciclo e um ginásio. O complexo terá ainda refeitório e biblioteca num dos pavilhões, e, claro, salas de aula. A obra, orçada em um milhão e novecentos e cinquenta mil euros tem um prazo de execução de 270 dias, tendo as obras sido iniciadas na segunda-feira, dia 14.

 

Cláudia Gaspar, a arquitecta deste Centro Escolar, explicou em detalhe como vai ficar implantado o Centro Escolar, acrescentando que o complexo terá também salas de informática e salas de expressão plástica.

 

Logo depois foi a vez do pequeno João Gabriel, de três anos, auxiliar o Presidente da Câmara na colocação da primeira pedra. A ajuda foi tão preciosa que teve o condão de “cimentar” as relações entre o jovem e o autarca, pois o pequeno João tratou de salpicar com cimento as calças do Presidente.

 

José Gil, o Presidente de Junta da Meia Via, assinalou aquele como um dia importante para Meia Via, e lembrou que o complexo irá permitir às crianças e aos professores «ter um ensino melhor», gerando, «mais valências educativas, mais emprego e mais inteligência».

 

António Rodrigues começou por dirigir um elogio às bandas do concelho, pois era a segunda que ouvia nesse dia, dizendo a propósito que as cerimónias serviam também para ouvir «a grandeza das bandas do nosso concelho». Sobre o Centro Escolar disse depois que a população só se irá aperceber da importância do que é o investimento «daqui a dois ou três anos», e justificou a afirmação com a «riqueza do equipamento», pois os Centros estão apetrechados com valências que no antigo modelo de escolas primárias não poderiam ser implantadas. A obra, de quase dois milhões de euros, será financiada em 50% por apoios comunitários e os outros 50% pela Câmara.

 

A finalizar o Presidente explicou que as crianças serão transportadas de casa para a escola, e vice-versa, e recordou que a implantação dos Centros Escolares faz parte de uma estratégia nacional para a Educação.

 

Luís Miguel Lopes

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