SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sábado, 19 Junho 2021, 15:44

Interfolk – Encontro de Culturas em contexto internacional

 

O Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista de Torres Novas organizou a segunda edição do Interfolk – festival internacional de folklore, que teve a sua estreia  na noite do dia 12 no Jardim das Rosas e  encerrou no dia 16 de Agosto em Moreiras Grandes. Em palco um festival de culturas, cores, e sons vindos de quarto continentes. a segunda edição do Interfolk, festival internacional de folclore. No certame participam grupos de diferentes latitudes, que trazem até Portugal as músicas e danças características dos países que representam.

 

A representar Angola, apresentou-se em palco o grupo Kilandukilu; da Turquia chegou o Anatolia Folklore Training Center Youth and Sports Club; da vizinha Espanha veio o grupo Grupo Coros y Danzas de Nazarin Miguel Turra; da Sérvia veio pela segunda vez o grupo Kud Zora; do México veio o Ballet Folklorico de Occidente de Guadalajara; e em representação de Portugal o grupo da casa e organizador do evento, o Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista.

 

A segunda edição deste festival passou ainda pelo Entroncamento, por Rio Maior, e por Tancos, tendo feito o encerramento, como já foi referido, em Moreiras Grandes. Todos os espectáculos foram de entrada livre.

 

A primeira edição do Interfolk realizou-se no ano de 2007, o mesmo ano em que o Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista comemorou o seu 20.º aniversário. 

 

“De realçar que os grupos da Sérvia e da Turquia fizeram quatro dias e quatro noites de viagem de vinda e farão o mesmo de regresso, o que demonstra a vontade e o empenho por parte destes grupos. Ao longo destes cinco dias visitaremos alguns monumentos da região, como o Convento de Cristo em Tomar, e iremos às praias do oeste.” Disse Carlos Rodrigues, director do Rancho do Casal Sentista.

 

Um festival com estas características envolve muito trabalho e custos avultados. Essa é uma das razões pelas quais a organização optou pela sua realização de dois em dois anos. “Para uma localidade com apenas 100 eleitores, este é um projecto muito arrojado, e que acarreta grandes despesas que rondam os 150 mil euros. O grande parceiro desta iniciativa foi o Instituto Português da Juventude que comparticipou em 80% o orçamento do festival. A Câmara Municipal de Torres Novas comparticipou com mil euros, mas pagamos quinhentos euros ao técnico do som.” Disse o director do rancho. O evento foi ainda apoiado pela Associação o Mito e o Resto, pela Câmara Municipal de Torres Novas, Câmara Municipal do Entroncamento, pelas Juntas de Freguesia de Santiago, São Pedro, Tancos, e Asseiceira, Rio Maior, e ainda pela  Escola de Musica de Asseiceira, o já referido IPJ e a associação torrejana UCATN. Os grupos ficaram alojados no Batalhão de Serviço de Material do Entroncamento.

 

Célia Ramos

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