SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Domingo, 20 Junho 2021, 18:04

2ª Feira do Ambiente – Chuva impediu maior sucesso

 

A abertura da “Feira do Ambiente” aconteceu na quinta-feira, dia 4, com actividades mais dedicadas às escolas, passando pelo certame centenas de alunos das escolas do concelho. Mas na sexta-feira a chuva arrefeceu os ânimos, fazendo temer que estragasse a iniciativa. No Sábado e Domingo, dias dedicados à família, a afluência subiu em relação à sexta-feira, afastando a palavra “insucesso” do certame.

 

O Município de Torres Novas, em colaboração com o Serviço de Protecção da Natureza da GNR (SEPNA) e o Centro de Bem-Estar Social da Zona Alta (CBESZA), foram as entidades que promoveram esta segunda iniciativa da “Feira do Ambiente”. O certame contou ainda com mais de 30 entidades que desenvolveram cerca de 50 actividades. A “Feira do Ambiente” enquadrou-se na década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável e no Ano Internacional da Astronomia 2009.

 

O objectivo desta iniciativa foi o de fomentar junto da população o desígnio do desenvolvimento sustentável, estando assim presentes nestes dias diversas actividades e abordagens promotoras do enriquecimento de práticas e conhecimentos relacionados com os problemas ambientais.

 

 

 

A Quercus – Associação Ambientalista, através do vice-presidente, Professor Francisco Ferreira, marcou presença na Feira do Ambiente, com uma conferência que decorreu na quinta-feira, dia 4, no auditório da Biblioteca Municipal.

 

Jorge Simões, o director do Gabinete de Educação da Câmara, fez a apresentação do convidado, propondo-lhe também a pergunta inicial, «Cada um de nós pode fazer alguma coisa?».

 

Francisco Ferreira pegou no exemplo da Agricultura Biológica para arrancar com a conversa que se iria estender por mais de duas horas. Começou logo por chamar a atenção para o facto de os produtos de agricultura biológica serem mais caros no supermercado, o que estranhou, pois a sua produção é mais barata, avisando por isso, «Não é o produtor que ganha o dinheiro». Ou seja, pediu às pessoas que tivessem mais atenção e que fizessem pressão junto dos distribuidores para poder ter esses produtos mais baratos. Depois, virando-se para a questão da recolha dos resíduos, dos gastos com a energia, e da poupança dos recursos hídricos, lembrou que ser amigo do ambiente é ter uma atitude mais economizadora.

 

Luís Miguel Lopes

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