SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Terça-feira, 15 Junho 2021, 18:02

“Queremos marcar a diferença”

Celeste Nunes é quem dá a cara pela Delegação da Cruz Vermelha em Torres Novas, mas tem a apoiá-la uma valiosa e colaborante equipa que, apesar dos poucos meses passados desde a sua instalação na cidade, já mostrou grande capacidade de trabalho e solidariedade para com mais precisa.

Ana Tomáz e Mónica Salvador, esta última, “uma voluntária imprescindível”, nas palavras da direção, são dois elementos fundamentais nesta equipa liderada por Celeste Nunes, apesar desta defender que desempenha funções iguais a qualquer um membro que integra esta Delegação.

A estes três membros juntam-se o militar na reserva, Artur Afonso e Alicia Perez e todos juntos dão o seu melhor por esta causa que abraçaram com paixão.

Esta Delegação tomou posse no dia 31 de janeiro de 2014 e no dia 16 de julho do mesmo ano, foi assinado o protocolo com a Câmara Municipal que cedeu o espaço que pertencia ao Gabinete de Apoio Técnico do Município.

E a este propósito, a equipa que falou com O Almonda, destaca o “excecional” apoio dado pela autarquia desde a primeira hora e o facto desta ter “acreditado” no projeto desde o início.

Abriram enfim as portas no mês de fevereiro de 2015. Ainda nem dois anos passaram, mas esta equipa ocupou o seu lugar na sociedade torrejana no que diz respeito a apoiar os mais desfavorecidos.

Só tínhamos o espaço e o nome da Cruz Vermelha. Não tínhamos mais nada. Neste ano e alguns meses desde a abertura da nossa delegação, já conseguimos abrir uma conta, ter um fundo maneio e ajudar muitas pessoas da nossa comunidade e também refugiados. Há já muito trabalho feito. O caminho faz-se caminhando e assim temos chegado a bom porto. Queremos marcar a diferença em Torres Novas”, salientou Celeste Nunes.

Esta direção pretende sobretudo ir ao encontro dos mais jovens, tal como explicaram ao nosso jornal.

Queremos apostar muito nos jovens e continuar a apoiar as famílias e as instituições tal como temos feito até aqui”, afirmaram, ressalvando a excelente relação que tem havido com as outras instituições da cidade.

Célia Ramos

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