SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quinta-feira, 17 Junho 2021, 21:45

Trabalhadores da Manutenção Militar do Entroncamento estiveram em Torres Novas à espera do ministro

A vinda do ministro da Defesa, Aguiar Branco, esteve prevista para terça-feira, para participar numa conferência da Nersant. Só que, por motivos que se desconhecem, o ministro não veio. Tinha à sua espera uma delegação de cerca de 10 trabalhadores da Manutenção Militar do Entroncamento, que lhe queriam dar conta do seu descontentamento, pelo que dizem ser um «despedimento encapotado», já que dos 55 trabalhadores, 33 foram sinalizados para “requalificação”.

O delegado sindical explicou a “O Almonda” que para além dos 33 postos de trabalho há outros 120 que estão em causa, no resto do país. O Governo está a concentrar toda a manutenção militar em Lisboa e Entroncamento, o que os trabalhadores consideram «um erro», vaticinando que a breve trecho o Governo venha a terreiro dizer que a Manutenção Militar deverá ser entregue a privados. «Estão a destruir o nosso serviço», reclamou uma funcionária com quase 40 anos de serviço, pois, aos poucos e poucos foram retirando mão de obra ao serviço. Reforçou a afirmação contando que desde 1995 que não entra ninguém para o serviço. «Chamam-lhe reestruturação, mas nós chamamos-lhe destruição», disse.

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