SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Segunda-feira, 3 Agosto 2020, 19:05

Ana Bacalhau, a voz dos Deolinda, na Artur Gonçalves

Numa iniciativa do Lab Criativo do Teatro Virgínia e integrado na atividade “Um Artista na Escola”, Ana Bacalhau que ficou conhecida do grande público como vocalista dos Deolinda, e quem 2013 se lançou numa carreira a solo, esteve na Escola Artur Gonçalves numa conversa descontraída com um grupo de alunos do ensino secundário.

“Quando era pequena queria ser professora de inglês. Depois mudei de ideias e comecei a ter aulas de guitarra e a cantar canções de Nirvana e Pearl Jam.

Quando comecei a cantar acabei por achar que tinha mais jeito para o canto do que para a guitarra.

A música sempre teve uma importância muito grande para mim.

Quando me apercebi que tinha em mim um instrumento musical, tudo mudou”, começou por partilhar Ana Bacalhau, numa conversa marcada pela simplicidade e bem humorada, para com uma plateia de alunos interessados nas histórias que a artista foi contando, e ávidos de colocar questões às quais Ana respondia com agrado.

“Na altura ainda era seguro seguir a carreira de professor, que bem mereciam que a sociedade os protegesse mais.

Tirei o curso na Faculdade de Letras e adorei essa experiência, mas à revelia dos meus pais decidi que quando acabasse o curso iria constituir uma banda.

E a música foi mesmo a minha salvação. Na minha adolescência faltava-me resolver uma série de coisas e a música ajudou em todo esse processo. A música salvou-me”, recorda Ana Bacalhau que confessou que na sua altura “gostava de ouvir música dos anos 60, mas também Blues, Jazz ou Doors.

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