SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quinta-feira, 17 Junho 2021, 03:05

Saída da Medicina Interna e protocolo final do PAEL em destaque na reunião de Câmara

A Câmara colocou em hasta pública o antigo edifício da Escola de Alcorochel. Por essa razão alguns populares de Alcorochel foram à sessão pública de Câmara, que teve lugar na terça-feira, dia 16, perguntar porque é que o edifício não pode ser colocado ao serviço da população.

Entre os representantes da população estava Manuel Girão, que faz parte da Assembleia de Freguesia, e Paulo Rodrigues, mandatado para representar a Confraria de Alcorochel. Os dois informaram que o Presidente de Junta lhes comunicou que o processo está “controlado”, pelo que não entendem porque razão vai o edifício a hasta pública, se faz falta à população. António Rodrigues explicou que o edifício tem de ser colocado em hasta pública porque é obrigatório por lei.

Saída da Medicina Interna do Hospital de Torres Novas

Carlos Tomé, o vereador da CDU, pediu à Câmara que tomasse uma atitude de repúdio por causa da saída da Medicina Interna do Hospital de Torres Novas para Abrantes. António Rodrigues disse por sua vez que ou se confia nos princípios da administração ou não. Lembrou que a questão passa pela sobrevivência das três unidades do Centro Hospitalar. Em seguida anunciou que irá convidar o Administrador do Centro, o Engº Esperancinha, para que venha à Assembleia Municipal de Torres Novas explicar o porquê das recentes mudanças. Só depois de o ouvir é que entende que fará sentido tomar uma posição.

PAEL – Será desta?

Pedro Ferreira, o vice-presidente da Câmara, anunciou que o documento final do PAEL (Programa de Apoio à Economia Local) já foi ajustado, cumprindo com as recomendações do Tribunal Constitucional, que, após a assinatura do protocolo da Câmara com o Governo foi pedindo documento atrás de documento desde Setembro do ano passado. Desta vez tudo parece estar em condições e será desta que a Câmara irá poder beneficiar do PAEL, podendo a Câmara regularizar a totalidade das dívidas que tem para com os seus fornecedores. Serão 7,5 € milhões mais 9,3 € milhões resultantes de um empréstimo que serão injetados na economia local, com um prazo de pagamento de 14 anos.

LML

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