SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Segunda-feira, 14 Junho 2021, 17:20

Assembleia Municipal a “partir pedra”

 

A Assembleia Municipal de segunda-feira, dia 22, prolongou-se nas horas e nos assuntos, pois havia muito “caso” para debater, destacando-se, naturalmente, a situação da Escola Maria Lamas entre os demais.

 

CDU pergunta pela reunião temática sobre a saúde…

 

Susana Gaspar, da bancada da CDU, perguntou pela reunião temática sobre a saúde, prometida pelo Presidente há uns meses atrás. A pergunta ficou sem resposta, pois o Presidente não esteve presente na reunião.

 

… e PSD manifesta satisfação por Torres Novas não ter USF

 

Ana Marta, que foi a candidata à Assembleia Municipal pelo PSD, fez uma intervenção manifestando satisfação por Torres Novas não ter uma “Unidade de Saúde Familiar”, como tem o Entroncamento e justificou, «Se Torres Novas tivesse uma USF isso iria significar que os médicos que estão nas aldeias iriam deixar de lá estar. Por isso eu digo, ainda bem que não temos USF».

 

PDM estará “fechado” este ano, garante vereador do Urbanismo

 

Paulo Tojo, o vereador com o pelouro do urbanismo foi à Assembleia Municipal garantir que o PDM (Plano Director Municipal) irá ser concluído este ano «seguramente» e que neste momento se encontra na «fase final». Sofreu alguns atrasos por causa do plano do ordenamento do território que obrigou a redesenhar as áreas urbanas.

 

Assembleia autoriza a Resitejo a negociar empréstimo

 

O representante da Resitejo da Câmara de Torres Novas, o vereador Mário Mota, foi à Assembleia Municipal explicar que o acordo de empréstimo, com um “spread” de 3,25% foi o melhor que conseguiram junto das entidades bancárias. A explicação não deixou muito satisfeita a oposição, tendo o Dr. Manuel Ligeiro, da CDU, comentado com algum humor, «Quando li a proposta pensei até estar perante uma OPA hostil à Resitejo», e acrescentou, «As condições do empréstimo são demasiado gravosas. O PSD mostrou também preocupação pelos termos do empréstimo, tendo sugerido que seja encontrada outra solução.

 

Mário Mota explicou que o tempo para negociar um empréstimo «é curto», pois o equipamento que a Resitejo tem de comprar é urgente, pois visa prolongar a vida do Aterro Sanitário e efectuar o aproveitamento dos resíduos. Além disso, explicou o vereador, a Câmara terá de passar a pagar 7,5€/ton ao Estado caso aquele equipamento não seja comprado.

 

Para não invalidar o investimento necessária pela Resitejo para o projecto da Central de Valorização Orgânica a CDU e o PSD abstiveram-se.

 

Luís Miguel Lopes

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