SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sábado, 12 Junho 2021, 13:02

Moradores da Meia Via e do Casal Sentista animam sessão da Câmara

 

Um grupo de moradores da Charneca da Meia Via e um outro representando a Associação de Moradores de Casal Sentista, Fontainhas e Covões, foram a nota de destaque na reunião pública de Câmara de quinta-feira, dia 30 de Abril.

 

«Estamos a viver um inferno»

 

Os moradores da Charneca da Meia Via, onde se integrou o Presidente de Junta da Meia Via, José Gil, foram até à reunião de Câmara entregar um abaixo-assinado reclamando pela demora das obras na localidade, pois há mais de um ano que andam «a comer pó», queixando-se dos inconvenientes que estas trouxeram. António Rodrigues quis em primeiro lugar saber se as pessoas tencionam fazer a ligação ao saneamento, lembrando que as pessoas irão deixar de ter de se servir de fossas sépticas. De seguida prometeu, que esta semana ainda vai ser colocada uma primeira camada em cima da zona que está em terra batida. De seguida a Câmara «vai abrir concurso para fazer a obra desde a Charneca até à Meia Via» e no Verão deverá ficar concluída a estrada nova até Pintainhos. A palavra de António Rodrigues foi dada em seguida, «Não sairemos da Meia Via até concluirmos a obra».

 

A resposta do Presidente foi quase satisfatória, e um dos moradores, de nome Alfredo, respondeu com alguma graça, «Esse latim já eu oiço há muito tempo. As máquinas já lá estiveram e saíram, só voltando quando estava a chover», e acrescentou, «Nós ali estamos a viver um inferno. O pó é tanto que parece nevoeiro. Estão-nos a matar a pouco e pouco».

 

António Rodrigues voltou a insistir declarando, «Nós já lhes dissemos que iremos pavimentar o troço que está por pavimentar ainda esta semana». Alfredo recordou logo de seguida, «Há dois anos ou mais o Sr. Presidente disse que ia fazer da Meia Via um jardim», e António Rodrigues retorquiu, «E vou!».

 

Redução do endividamento líquido aumentou

 

O relatório de contas de 2008 apresenta um lapso “bom”, agora que foi corrigido, para as contas do município. É que feita a correcção o resultado final da redução do excesso do endividamento líquido em 2008 passa de 39% para 57,34%. O valor de “Acréscimos de Proveito” é de 5.725.967,46€ em vez de 4.478.778,10€.

 

Luís Miguel Lopes

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