SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sexta-feira, 18 Junho 2021, 09:35

Torres Novas “a primeira Câmara no rigor das contas”

 

A proposta para que os funcionários da Câmara de Torres Novas fossem alvo de louvor partiu do deputado do PS, Trincão Marques, que logo a abrir a reunião da Assembleia Municipal de segunda-feira, dia 27, trouxe o assunto à discussão.

 

Em causa estava a boa classificação atingida pela Câmara de Torres Novas, no conjunto de todas as autarquias que estão a aplicar o POCAL, o programa contabilístico dos municípios, tendo Torres Novas sido classificada em primeiro lugar com a classificação de dezanove valores.

 

Estes resultados foram recentemente tornados públicos no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses ‘2007, um estudo financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, e patrocinado pelo Tribunal de Contas, pela Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, Universidade do Minho e Instituto Politécnico do Cávado e do Ave.

 

Mais tarde o Presidente da Câmara iria comentar a recomendação, que teve o acordo e unanimidade de todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal, dizendo, «Este é um louvor à parte técnica, não tem nada a ver com política. E o que a classificação diz é que em 2007, a nível nacional, o município de Torres Novas foi a melhor Câmara no rigor das contas».

 

Obras por concluir… e alertas

 

Foram vários os Presidentes de Junta, de diversos quadrantes políticos, a alertar para os atrasos nos arranjos das redes viárias ou de arruamentos nas aldeias. Henrique Reis, da Chancelaria, e José Gil, da Meia Via, foram dos que mais reclamaram na Assembleia Municipal.

 

Luís Gaspar Lopes, o Presidente da Junta de S. Pedro, chamou a atenção da Câmara para a necessidade de construir um Parque de Merendas junto ao Jardim das Rosas, pois «são cada vez mais os que nos visitam ao fim-de-semana e o espaço existente fica cheio muito depressa».

 

A iluminação pública, ou a falta dela, foi também abordada, tendo o Presidente da Câmara apontado as responsabilidades para a EDP, dizendo que essa é que está em falta. Prometeu para breve «ser duro», para com a empresa, em futuras reuniões.

 

 

Luís Miguel Lopes

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