SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Domingo, 13 Junho 2021, 16:22

«Gostava de tornar a cidade de Torres Novas ainda mais bonita»

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Apresentamos nesta edição a primeira entrevista do Presidente da Câmara, Pedro Ferreira. O autarca, já com longa experiência como vereador, apresenta as suas principais ideias para o Concelho e dá-nos a conhecer as suas prioridades, que aparecem plasmadas nas respostas que deu a “O Almonda”. É uma entrevista reveladora, que apresenta as principais ideias do edil de Torres Novas.

P – Na entrevista a “O Almonda” em Julho passado disse que a gestão camarária foi requalificando o concelho e a cidade, aproveitando os fundos comunitários ao máximo, até «ao último cêntimo». Esta política é para manter? Pode a Câmara concorrer a mais programas comunitários? E tem capacidade de endividamento?

As limitações financeiras da Câmara, como de todas as autarquias, não serão motivo para não estarmos atentos e estrategicamente tirarmos partido do quadro comunitário de apoio em curso, quer através de uma visão inter-regional através da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo quer através de outros Programas como, a título de exemplo o PRODER para o desenvolvimento rural.

P – Há então investimentos que vão depender da Comunidade Intermunicipal. Estamos a falar de que tipo de equipamentos?

Todos os equipamentos, ou projectos imateriais, que possam ter interesse intermunicipal e que de uma forma regionalista interesse a todos os municípios do Médio Tejo, integrando uma estratégia de interesse regional que a todos beneficiará.

P – Essa estratégia ainda está a ser delineada?

Há largos meses que tem vindo a ser delineada e a curto prazo será analisado o que interessa valorizar e candidatar em cada município, sempre numa visão de interesse regional para o Médio Tejo.

P – Mas já há perspetivas de alguma coisa para Torres Novas?

O nosso concelho tem caraterísticas que não se podem apagar. A localização geográfica e as vias rápidas de que beneficia, obriga a uma visão estratégica para desenvolver o tecido empresarial e industrial. Também o tirar partido de outras componentes, que não parecendo tão importantes também o são, como o Turismo de Ambiente e de actividades como o pedestrianismo, a espeleologia ou a prática de BTT, ligados à Serra, ao Paúl do Boquilobo ou outros similares. Sem esquecer todos os apoios que possamos captar para a reabilitação dos centros históricos.

LML

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