SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sábado, 12 Junho 2021, 12:10

Festa de Alqueidão em honra de Nossa Senhora da Piedade

 

As festas em honra de Nossa Senhora da Piedade, de Alqueidão, realizaram-se de 21 a 24 de Agosto.

 

Há já há alguns anos que os festejos de Verão de Alqueidão se conseguem manter com regularidade, e só por si o feito tem deixado a população e os festeiros satisfeitos. As noites tiveram animação assegurada por agrupamentos de música habituais nas festas do concelho, como os FH5 e os SKB. Mas o ponto alto das festas foi a procissão em honra de Nossa Senhora da Piedade, que se realizou no Domingo, dia 23, seguindo-se um concerto pela vizinha Banda do Pedrógão.

 

O concerto da Banda do Pedrógão não contou com muita assistência, pois como nos contaram os locais, há em Alqueidão o hábito enraizado de ir para casa conviver com os familiares logo que a procissão termina. Esse hábito justifica que no concerto da Banda do Pedrógão houvesse tão parca assistência.

 

Ana Rita Sousa, elemento da comissão de festas, explicou a “O Almonda” que os eventuais lucros dos festejos irão depois ser repartidos entre a colectividade e a Igreja local, e a verba a disponibilizar a cada uma depende das obras que cada uma tem de fazer, «temos de ter em conta as necessidades mais urgentes de cada comissão», explicou.

 

Sem grande surpresa foi o Sábado o dia que teve uma maior afluência de pessoas, e disso deram testemunho as cozinheiras Maria José e Sónia Vieira, que nesse dia se viram aflitas para dar vazão aos pedidos de refeições que chegaram à cozinha. O prato que teve mais saída, asseguraram, foi o Ensopado de Borrego.

 

Até se cria Vento

 

Junto ao bar, na hora em que tocava a banda, encontrava-se um grupo de homens que estava a conviver. Também eles contaram que o dia de Sábado foi o mais animado da festa, e atribuíram uma boa parte da responsabilidade da grande afluência ao bom tempo que se fez sentir nessa noite. Um dos homens presentes, que se identificou como “Zé Presunto”, em jeito de brincadeira ainda acrescentou, «Não havia vento, mas nós criávamo-lo. Sabe como? » – e  com o corpo gesticulou como se estivesse ébrio, levando todos a rir com a brincadeira.

 

Luís Miguel Lopes

Partilhe!
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
Print
Share on reddit
Reddit
Jornal O Almonda, 2021 © Todos os direitos reservados