SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Terça-feira, 7 Julho 2020, 09:28
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A senhora dos sorvetes

“Oh servété, olha o servété, é doce e fresquinho” era assim que a senhora que vivia na Rua Direita de S. Pedro anunciava por toda

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Ao correr da pena

Começo por saudar os leitores, pois é para vocês que escrevo de quinze em quinze dias, temas que me surgem de repente e que saem,

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Uma vida rica

Quando era miúdo, vivia em Valverde em casa de meus pais, no número seis daquela rua, no segundo andar, com águas furtadas e tudo. Meus

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Tempo de Férias

É tempo de férias, tempo de verão, o corpo e a alma pedem descanso das labutas de todo o ano, dos afazeres profissionais, das escolas

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Os palcos da vida

Para todos nós, actores da vida, há sempre um palco mais alto ou rasteiro, mais escondido ou mais às claras, para podermos sempre actuar, sermos

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As eleições

E todos tivemos a oportunidade de votar para o Parlamento Europeu. Ainda não sei os resultados, as percentagens de votos, os votos em branco e

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A vida e…

Todos nascemos numa precisa hora de um certo dia sempre com a certeza de que numa imprevista hora de um certo dia, a nossa vida

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O Passe…

Agora chegou a hora dos preços dos transportes diminuírem, numa tentativa de que passem a ser adoptados pelo comum dos mortais, em detrimento do uso

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Só há uma vida…

Sempre que há um nascimento de alguém a grande certeza que existe é que irá morrer, cedo ou tarde, mas que vai morrer todos o

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Figuras de relevo

Nem sempre os doutorados ou licenciados, os grandes empresários de sucesso, os escritores e pintores de renome, os gestores de prestígio e os ricos em

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O pior foram os cheques

Foi num belo sábado de primavera – e já lá vão mais de trinta anos, quando eu, na altura subgerente do BPI em Alcanede, participei

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O Fado Candela

Isto de há já largos anos nos dedicarmos às cantigas, foi o Choral Phydellius, cerca de 52 anos, foi a Orquestra Típica Scalabitana, durante 3

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De vez em quando

E aqui estou eu caros leitores, a escrever um pequeno apontamento e a voltar a sentir o prazer que escrever me proporciona aliado à alegria que sinto ao chegar a vossas casas e à

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Setenta anos a cantar (3)

E aqui estou de novo, a continuar a já aludida récita de 1955, ocorrida no antigo Teatro Virgínia (Largo do Paço), por ordem do espectáculo,

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Setenta anos a cantar (2)

E vamos voltar ao já longínquo dia 5 de Junho de 1955, ao Cine Teatro Virgínia e â “graciosa e movimentada Récita de Crianças” com

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Setenta anos a Cantar – 1

Muitas são as recordações da minha vida de “cantor”, desde menino, mais propriamente desde 1955, quando me estreei num espectáculo no Teatro Virgínia velho, no

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Quanto mais mexes na m…

Ao regressar aos meus escritos no semanário “O Almonda”, venho responder a alguns leitores e amigos, que sempre que me encontram perguntam por mim, pelas

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A tertúlia do Damásio

Desde há alguns anos a esta parte, todas as terças feiras, certa rapaziada encontra-se à hora de almoço, à volta de uma mesa, para conviver,

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A dieta no namorico

Éramos um grupo de amigos e de amigas, a maior parte coralistas a que se juntavam outros amigos jocistas e estudantes nos colégios e na

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A pirâmide de Natal

Já lá vão muitos anos, estávamos no tempo em que a Rádio Local de Torres Novas ainda era uma rádio pirata e dava cobertura a

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O meu fado

Foi em Junho de 1955, tinha eu portanto 8 anos, que cantei o fado pela primeira vez. Foi precisamente o fado de Vila Franca, e

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O Gerente “ventoinha”

O calor naquele verão estava a ser intenso, abafado, muito húmido, as nossas vestes suadas, as mãos viscosas e inchadas e trabalhar naquele lugar novo,

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O Padre Saraiva

Venho hoje aqui recordar-me de um amigo de infância, um amigo muito simpático e sereno que ao longo dos anos me serviu de exemplo de

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O ruído do carro novo

O Oliveira era meu amigo e colega há já alguns anos e chegou a gerente do Banco BPI em Tomar. Rapaz sério, compenetrado, de sorriso

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Que vivam os noivos !

Nos tempos actuais, para os jovens que se casam tudo são rosas e facilidades, existem casas que só se dedicam a casamentos, batizados e outras

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Desportos do nosso bairro

Memórias (124) Desportos do nosso bairro A minha meninice foi dedicada em grande parte à brincadeira e ao desporto com os amigos. A sede das

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Maria Adelaide – Zabeleta

Conheci a Maria Adelaide algures num palco da região, onde seguramente cantámos os dois e a sua presença e alegria logo me prenderam a atenção,

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A fruta atrás do castelo

Estávamos de férias grandes e a alguns estudantes amigos que não tinham tido a sorte de irem para as praias com as famílias, juntavam-se outros

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A Brotoeja

Corriam os anos de 1963 ou de 1964 e foi-nos apresentada uma proposta para participarmos num inquérito à agricultura e pecuária, que ia começar a

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AS FÉRIAS EM PARIS (1979)

“Homenagem à nossa família de emigrantes” Acedendo a um convite já antigo dos tios da minha mulher, Alfredo e Perpétua Cabeleira, resolvemos rumar em férias

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