SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Terça-feira, 7 Julho 2020, 09:54
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Eu pago já!

No rescaldo das eleições… Foi eleito democraticamente o XXII Governo Constitucional. Os eleitores puderam optar por 21 partidos. Embora com pouca convicção escolhi um deles

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Amarelo azul verde

O horizonte começa a esbrasear. O céu, ainda do cinzento noturno, vai-se azulando primeiro esbatido, auricerúleo a nascente. A vegetação rasteira mostra tons esverdeados oliva,

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Um cabeça azul

Gosto quando me entregam animais selvagens feridos ou quando os vou buscar. Será reminiscência da criança que fui, fascinada pelo mundo maravilhoso dos seres vivos

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A selva urbana

A utilização do glifosato tem causado polémica. Receio que a utilização desta substância química possa apresentar efeitos colaterais porventura ainda não completamente avaliados com repercussões,

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Ensaio sobre a lucidez

Nas eleições para o Parlamento Europeu é de relevar alguns aspetos. O nº de partidos a concorrer: 17 se não me enganei a contar quando

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Uma força da natureza

A biodiversidade some-se a ritmo alucinante. Com atenção apercebemo-nos do desaparecimento desta ou daquela espécie de mamífero, ave, anfíbio, réptil, peixe. Não falando das plantas

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O diabo em figura de gente

Outro dia fui testemunha dum estranho julgamento. Uma senhora sentiu-se ofendida porque um cidadão a terá injuriado no facebook. Ela é, se bem compreendi, gerente

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Um momento de paz

O sol é uma brasa incandescente perto de mergulhar no horizonte. Poucas nuvens sem a promessa de chuvas. A serra vai esbatendo os seus tons

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Uma questão de moral

A moda pegou: levar a tribunal quem se atreve a discordar e denunciar determinadas práticas que nos prejudicam a todos. Foi assim com o ativista

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Os Intocáveis

A saga da ribeira, que tem o nome ao contrário, envenenada pela empresa que não se pode nomear, continua! A ribeira tem o nome ao

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Cuidado com o degrau

O título é sugestivo: é uma galeria onde uns cinco ou seis artistas exibem de arte obras inesperadas. A própria galeria desobedece à normalidade já

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Streetdog pelo curto

A filha deixou-me herança quando foi para Lisboa: uma cadela rafeira, preta, orelhas grandes e rabo afilado. Enquanto a situação na capital não se resolve

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Milagre de Natal

No Natal há reencontros, reconciliam-se desavindos com abraços e beijos. O comércio rejubila e oferece descontos à percentagem, logo no princípio de novembro. Chega o

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Os gatos assilvestrados

Sempre gostei de animais, mais dos selvagens que dos domésticos. Mas os animais domésticos que se tornaram selvagens preo- cupam-me. Os pombos que causam danos

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Cem anos de história

Passo os olhos pelo jornal de 4 páginas e transcrevo algumas notícias com a ortografia da época. Na 1ª: notícias de Olivença e Jerumenha; a

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Uma bica cheia

Sempre achei o máximo a variedade de formas que temos para pedir um simples café. Não tem importância nenhuma, evidentemente, mas, a meu ver, revela

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A arca de Noé

A biodiversidade desaparece a um ritmo alucinante. Assisti já ao desaparecimento de algumas espécies nomeadamente de peixes. Na lufa-lufa diária não damos a importância devida

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A passo di gambero

Um passo é sempre um passo. Não é necessariamente mau dar um passo atrás mas, de preferência, devemos caminhar em frente. Esta teoria aplica-se à

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O velho do Restelo

Mas um velho, d’aspeito venerando, Que ficava nas praias, entre a gente, Postos em nós os olhos, meneando Três vezes a cabeça descontente (…) Ó

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A hora mágica

Perto de uma hora de viagem, de Torres Novas a S. Martinho, pelo final do dia. Entro na Serra em Moitas Venda contornando o castro

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Entrar pró Guinness

Torres Novas já entrou, como capital do figo preto. Mas como já não se faz aguardente, poucos são os figos e menos ainda as figueiras.

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Spinning…

Ótimo dia de praia: sem vizinhos nas barracas ao lado, o sol quente, a areia queima os pés, maré cheia. Lentamente, insinuando-se, vindo do bar

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O Campeonato

Não sou fã do futebol por variadas razões. O tempo de antena. As intrigas de balneários. As tricas dos presidentes dos clubes, grandes e pequenos.

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Milho amarelo

Azinhaga, Mato de Miranda, Pombalinho. Campo que já foi olival. Dantes havia sardões – disse o Prémio Nobel. Adiante! Não interessa pensarmos demasiado no passado,

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Os dromedários

A filha era para vir no fim de semana grande. Comprei a pulseira antecipadamente. Como não veio aproveitei o espírito medieval. Estive para alugar um

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KM71

À saída da Golegã para a Azinhaga. A fauna do costume. Pela expoégua. Do lado de lá da estrada, no estacionamento encostado ao milho, à sombra grande dos plátanos:

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A pinheira

Paro o carro debaixo da árvore. Saio. No miradouro aberto sobre a paisagem, empedrado, está um homem sentado. Bom dia. Bom dia. No ar está suspensa uma humidade que torna tudo muito limpo. Bonita

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O ponto focal

Domingo passado, Pascoela… O primo vive um pouco à margem da sociedade, não tanto inteiramente estar alheado do mundo que o rodeia, numa casa que

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O sobreiro assobiador

Uma árvore monumental portuguesa é a árvore europeia do ano. O sobreiro, árvore nacional, é uma das três espécies protegidas legalmente como a azinheira e

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Abordagem holística

Gosto de palavras e de conceitos. As primeiras porque transmitem imagens, os outros porque ajudam a compreender as causas. A primeira vez que tropecei nesta palavra foi há alguns anos a propósito da paisagem. Portugal é

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Ano da Graça de 2017

A cerca de 48 horas. Com graça, sem graça. Sei onde começou, estou lá este ano! Sempre a árvore fl utuante maior do mundo: cai

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Da noz o figo é bom amigo

Primeiro apanhavam-se os figos depois as nozes. Aqueles comiam-se frescos, lampos, pingo de mel, ou secos, pretos de Torres Novas. Estas varejavam-se ainda vestidas de verde

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Eleições

No próximo domingo vamos escolher os nossos representantes. Porventu- ra porque os conhecemos, nestas eleições, a abstenção é menor, sem deixar de ser elevada. Esta contradição da democracia,

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O novo Almonda

Por: Fernando Pereira. Subo ao castelo, deito um olhar ao sino da Misericórdia, à estátua do povoador… Lá em cima, dentro do recinto, um ar

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Crise

Sento-me a olhar o mar e deixo-me envolver pela areia. Ao longe a barra, na baia calma as motas de água fazem espuma e um

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Com a cabeça na lua

Version:1.0 StartHTML:0000000167 EndHTML:0000003718 StartFragment:0000000454 EndFragment:0000003702 <!– @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } –> De manhã a notícia da rádio apanhou-me a

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Uma viagem de comboio

  Gare do oriente, de regresso a casa. Esperarei na bicha para comprar bilhete. A que horas é o próximo comboio? Chega às 17.02. É

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Uma estória de cheias

  O campo enche sem parar. Deixa-se uma marca: é engolida pelas águas. Logo outra que também se afoga. O vento sopra e marulha no

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Limpar Portugal

  A notícia apanhou-me de surpresa. Imaginem a demagogia! Limpar,  num só dia,  o País inteiro, do lixo acumulado ao longo dos anos.  Não me

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Pescador

  Tem a barba por desfazer com três ou quatro dias. Barba que não chega ainda a ser barba. Seara acabada de nascer talvez que

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Saudades

  Quando cheguei à serra ainda sentia os pés molhados das cheias…Um mundo novo cheio de pedras como um imenso esqueleto à superfície. O que

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O rio da minha aldeia

  A notícia não é, infelizmente, nova. Já tem mais de 20 anos. Qual é a noticia? O ribeiro da Boa Água continua poluidíssimo. Ribeiro

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O elo mais fraco

  Aprendi uma palavra nova, confesso que não sabia…Pandemia! A primeira vez que ouvi foi num qualquer telejornal. Creio que começou no México depois passou

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Diversidade devida

  Convidaram-me para ir a uma escola falar sobre biodiversidade. Falei demoradamente socorrendo-me das imagens… Senti-me um pouco como alguém que lança palavras ao vento

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Pastor licenciado

  Eu não vi, não ouvi, tão pouco li… Quero dizer; já sabia dessa notícia mas duma conversa de boca a boca! Não imaginava que

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Justiça

  O caso é que um vizinho tinha vacas. Até aqui tudo bem, o problema é que não as alimentava como deve de ser. Imagine-se

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