SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Quinta-feira, 1 Outubro 2020, 04:44

Novos apoios para a região através da ADIRN

Por força de uma agenda carregada de Pedro Ferreira, o Presidente da ADIRN – Associação de Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte, esta entrevista realizada por email, não pôde acontecer de forma presencial. No entanto, como está a decorrer o concurso ao novo PRODER – Programa de Desenvolvimento Rural, entendeu-se avançar ainda esta semana com informação que poderá interessar aos nossos leitores.

P – Promovido pela ADIRN estão a decorrer novas candidaturas ao PRODER. A quem se destina este concurso? Quem se pode inscrever?

O PRODER surgiu na sequência do programa europeu de apoios comunitários designado LEADER, que se dinamizou desde 1991, sempre com o objectivo de dinamizar as zonas rurais. Também desde 1991 que a ADIRN foi credenciada para gerir no Ribatejo Norte, onde nos incluímos, esse programa, abrindo os concursos e acompanhando as candidaturas.

Este concurso, a decorrer de 10 de Fevereiro a 15 de Abril, aponta como prioridades para os seis concelhos que constituem o Ribatejo Norte, melhorar infra-estruturas e equipamentos de apoio ao turismo, associar os produtos locais e artesanato a uma imagem de marca do território, reforçar a imagem de qualidade e garantir a sustentabilidade dos recursos endógenos do nosso território.

Poderão inscrever-se empresas, também em nome individual, instituições sociais e outras que se enquadrem no Regulamento do PRODER, onde o seu C.A.E. é factor determinante. E, obviamente, que o seu negócio ou serviço esteja instalado em freguesias constantes na área geográfica elegível.

Passo a dar alguns exemplos de actividades contempladas nos objectivos do nosso PRODER: actividades não agrícolas nas explorações agrícolas, criando novas fontes de rendimento e de emprego, turismo em espaço rural, parques de campismo e caravanismo, turismo de natureza, redes de comercialização dos produtos turísticos, desenvolvimento de serviços de apoio na área social, artesanato, criação e desenvolvimento de microempresas, turismo equestre, ecoturismo, enoturismo, turismo religioso e cultural, potenciação do património histórico, valorização e preservação das tradições rurais e finalmente, para lá de tantas outras, melhoria dos equipamentos sociais, desportivos, culturais e de lazer. Sempre numa estratégia de proporcionar melhor qualidade de vida às populações rurais e evitar a desertificação dessas zonas.

Luís Miguel Lopes

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