SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sábado, 11 Julho 2020, 02:50

Vibeiras há vinte anos a moldar os espaços exteriores

 

A “Vibeiras SA” é uma empresa com sede em Torres Novas e que opera no mercado da Arquitectura Paisagística, mais concretamente no projecto, na construção e na manutenção de espaços exteriores, parques e jardins, relvados e espaços de jogo e recreio. Desde 1998 que a Mota-Engil, nomeadamente na sub-holding – Ambiente e Serviços, detém 60% do seu capital.

 

A sua actividade remonta a 1990, apresentando um currículo de mais de 1000 obras executadas, de Norte a Sul do País, para clientes do sector público e privado. A equipa da Vibeiras é constituída por 400 funcionários, em que cerca de 40 são técnicos superiores de diversas especialidades dentro da Engenharia e Arquitectura.

 

Designa-se por “Arquitectura Paisagística” o arranjo de jardins e espaços exteriores, com pavimento, mobiliário urbano ou com outros equipamentos. A empresa actua desde o projecto até à construção. Pensa o espaço no seu todo, o que lhe tem granjeado sucesso na sua área de actuação. Os seus serviços têm sido requisitados pelo sector público e privado de todo o país, o que dá conta da sua grande amplitude de actuação.

 

Tem a sua sede social na cidade de Torres Novas, 5 outros escritórios e diversos estaleiros por todo o País, de apoio às obras em execução e aos contratos de manutenção. A Vibeiras está certificada pela Norma Europeia da Qualidade NP EN ISO 9001/2000, o que confere aos seus clientes a garantia de boa organização.

 

O crescimento da empresa

 

Ao longo dos 20 anos de actividade, a Vibeiras tem assistido a um crescimento muito positivo do seu volume de negócios. Mas o crescimento aconteceu porque o mercado ditou as regras. Surgiram, um pouco por todo o país, os projectos, com maiores exigências, que os fundos europeus ajudaram a sair das gavetas de muitos municípios. Com a bagagem de “know how” já adquirida com a Expo98, onde a experiência positiva no arranjo e manutenção dos jardins (que ainda mantêm até hoje) serviu como grande cartão de visita, a Vibeiras começou a ganhar a confiança do mercado. Foi por essa altura que surgiram muitos programas “Polis” por todo o país e que houve um “boom” na procura da melhoria dos espaços públicos e a Vibeiras esteve pronta para assumir os desafios apresentando as suas propostas e ganhando muitos concursos. Pode-se afirmar que estiveram “no sítio certo à hora certa” e puderam crescer. Esse crescimento pode aferir-se pelo seu volume de negócios, que em conjunto com as suas empresas comparticipadas foi, no ano de 2009, de 35 milhões de euros.

 

Luís Miguel Lopes

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