SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Sexta-feira, 23 Outubro 2020, 12:09

Mau tempo passou no concelho e fez estragos

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O mau tempo que se registou durante os últimos dias, com especial incidência no último fim-de-semana do mês de Fevereiro, passou por Torres Novas e deixou a sua marca. Felizmente não se registaram vítimas humanas mas as imagens falam por si e denunciam a força da natureza e o quanto os seus efeitos podem originar prejuízos.

 

Os fortes ventos que se fizeram sentir no sábado, 27 de Fevereiro provocaram a queda de uma grua, num prédio em construção, o primeiro de um conjunto de edificados em fase de construção na zona da Quinta dos Negréus. O aparato chamou a atenção de quem passava e foram muitos os curiosos que pararam para observar o aparato. Com a queda da grua, também uma viatura estacionada junto ao imóvel também ficou completamente esmagada por vigas de ferro. Felizmente ninguém se magoou neste incidente.

 

Contactada a Marsimóvel S.A. uma Sociedade de Construções, o incidente foi desvalorizado, tendo-nos sido dito por um responsável, Adérito Marques, que ainda se encontra em fase de apuramento o orçamento dos prejuízos causados. O responsável acrescentou ainda que espera que os custos não sejam avultados, uma vez que, “a estrutura nem sequer foi afectada”. Sem querer falar em responsabilidades para este acontecimento, a não ser a intempérie, o responsável preferiu não dizer se algum daqueles apartamentos já estaria vendido.

Contactado o Gabinete de Protecção Civil, foi-nos dito que à parte deste incidente, registaram-se a queda de vários postes de electricidade no Alto da Senhora da Vitória em Lapas.

Numa volta pelo concelho a força das águas do Rio Almonda ameaçavam galgar as margens. Força esta que começava logo na nascente do Rio onde o cenário se tornava num misto de beleza e respeito, tal era a força das águas no açude junto à Fábrica n.º1 da Renova.

Mais à frente o rio corria com pressa e o seu leito tocava já as margens dos terrenos das residências.

 

Uma das zonas “onde há muito não se via uma cheia assim” dizia quem conhecia a terra e ali se encontrava a observar o cenário invulgar registou-se na estrada do Boquilobo em que toda a zona da Vala das Cordas ficou submersa e intransitável.

 

As imagens falam por si.

 

Célia Ramos

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