SEMANÁRIO REGIONALISTA DE TORRES NOVAS | FUNDADO EM 1918 | ANO CI | Diretor: Nuno Vasco Batista Nunes | Terça-feira, 4 Agosto 2020, 06:20

Jovens e amadores arrancam aplausos a plateia repleta do Virgínia

“Só há uma vida e nela quero ter tempo para construir-me e destruir-me”, o texto de Pablo Fidalgo Lareo que foi levado ao palco pelo Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia, apresentada na quinta-feira, dia 23, e na sexta-feira, dia 24 de abril.

A peça surgiu no âmbito do projeto PANOS – “Palcos Novos Palavras Novas”, da Culturgest, que alia o teatro escolar/juvenil às novas dramaturgias. Encenada por Hugo Gama e interpretada por 20 jovens com idades entre os 12 e os 18 anos.

Foi com alguma surpresa que o público acolheu a peça, tanto pela linguagem utilizada, por vezes rude, como pelos temas abordados, onde os jovens clamam pela atenção dos pais. A vida é breve e é para ser vivida, poderia ser a “punch line” da peça. Há tanto para fazer, para viver, para estar com outro, com os que amamos e, muitas vezes, na lufa-lufa do dia a dia esquecemo-nos do que é verdadeiramente importante. A peça, com que os jovens facilmente se identificaram, inquiria, requisitou, pediu a participação, assumindo também o público algum protagonismo, sendo convidado a revelar as suas fraquezas publicamente.

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