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«Centro Hospitalar deu grandes passos para o equilíbrio das contas»

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O Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), liderado pelo Engº Joaquim Esperancinha, apresentou na quinta-feira, dia 16, em conferência de imprensa, um balanço da atividade. Antes da apresentação à imprensa, que teve lugar em Torres Novas, o Conselho de Administração percorreu as três unidades que compõem o CHMT para a apresentar em primeiro lugar aos colaboradores e funcionários. Para a administração do centro hospitalar 2012 foi «um ano de sucesso» só possível com «a colaboração de todos os profissionais».

A ideia-força que resultou da apresentação é simples. Desde que foi posto em marcha o plano de reestruturação o CHMT «aumentou a atividade e teve menos custos», declarou Joaquim Esperancinha. Por outras palavras, com menos custos «foi possível fazer muito mais». Esta apresentação, alicerçada em muitos dados técnicos, veio provar, diz o CA, que o ano de 2012 «não foi um acaso» e que nos primeiros três meses de 2013 já se atingiu quase 30% de redução do deficit. Ressalta também do relatório que os profissionais «estão a interiorizar a reorganização». O Centro registou um resultado líquido negativo de 17,5 milhões de euros em 2012, contra os -30,4 milhões declarados em 2011, o que foi considerado como um grande passo na procura do equilíbrio das contas. Estes resultados não são «suficientes», mas são os resultados do primeiro ano de trabalho de gestão no CHMT e para Joaquim Esperancinha indicam que se está «no caminho certo».

Respondendo aos jornalistas, Joaquim Esperancinha reafirmou a ideia que defende desde o dia em que tomou posse: «Há o compromisso em manter as três unidades que compõem o CHMT», refutando a ideia de que haja a vontade de esvaziar duas das suas unidades. Pelo contrário, expressou com veemência a vontade de tudo fazer «para manter as três unidades». Elaborando um pouco mais a sua resposta explicou que o Conselho de Administração tem procurado trabalhar no sentido de «não dar razões para que os políticos tomem uma decisão contrária à vontade do CA». Se a estratégia gizada pela equipe que conduz os destinos do CHMT continuar a ser aplicada «atingiremos o equilíbrio», o que permitirá que o CA continue a defender a existência de três unidades no CHMT. Por isso, defendeu Joaquim Esperancinha, há que «continuar a trabalhar». A administração espera atingir o “break even” em 2015, o que estará de acordo com o plano estratégico.

LML

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