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Greve deixou serviços a “meio gás” em Torres Novas

No dia da greve geral, convocada pela CGTP, na quarta-feira, dia 14, a cidade de Torres Novas esteve com os serviços a “meio-gás”. Alguns com maior adesão, como se notou nos transportes, com apenas dois TUT a circular, outros serviços mantiveram a normalidade, apesar da ausência de funcionários.

As Finanças terão estado a 50% e os serviços funcionaram com normalidade. Já na Rodoviária a ausência de motoristas fez com que não existissem transportes escolares nesse dia, obrigando os pais a levar as crianças à escola ou forçando a uma falta dos alunos às aulas.

No Agrupamento de Escolas Manuel de Figueiredo os números apontaram para uma percentagem de 35 a 40% de turmas sem aulas, como explicou a “O Almonda” o diretor do Agrupamento, Paulo Renato, sublinhando que na Lamarosa não houve aulas do 1º ciclo por causa da inexistência dos transportes escolares. Já na Escola Maria Lamas só houve aulas de manhã, pois bastou alguns funcionários do refeitório fazerem greve para que não fosse possível providenciar almoço aos alunos, optando a direção da escola por encerrar de tarde, mantendo apenas as aulas dos alunos dos cursos profissionais. No Agrupamento de Escolas Artur Gonçalves aconteceu o inverso, garantido Acácio Neto, o Presidente do Agrupamento, que quase não se deu pelo dia de greve, pois aconteceu apenas uma «perturbação» no Pavilhão Desportivo, onde faltou um funcionário. De resto o agrupamento «funcionou a 100%».

Luís Miguel Lopes

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