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Feira Rural dinamiza centro histórico

 

A Comissão para o Centro Histórico de Torres Novas surgiu com o sentido de pôr o “Centro em Movimento” e, com a ajuda da Associação Empresarial de Torres Novas, Alcanena, Entroncamento e Golegã (ACIS) e da Câmara Municipal de Torres Novas, é precisamente isso que as suas iniciativas têm permitido alcançar. A Feira Rural que decorreu no fim-de-semana, nos dias 26 e 27 de Março, trouxe a agricultura biológica bem para o centro de Torres Novas. No entanto, também a animação de rua foi uma característica que marcou esta iniciativa. Pinturas faciais e animação com balões, acompanharam as actuações do Choral Phydellius, da Banda Operária Torrejana (BOT), de Rui Silva e de Mário Botas. Vitor Ferreira, professor do Choral Phydellius, admite que um dos receios iniciais era que a presença da banda surgisse descontextualizada nesta actuação de rua, todavia considera que o espectáculo correu muito bem e que se identificaram com o ambiente criado.

 

A Feira Rural juntou agricultores biológicos do concelho de Torres Novas, Chamusca, Santarém, Constância e Alpiarça. Este tipo de agricultura é completamente natural, ou seja, sem o uso de químicos. Artur Montargil, um dos produtores biológicos presentes, considera que este tipo de agricultura necessita de promoção e avalia a intervenção da Feira Rural como bastante positiva para este tipo de divulgação. Embora este tipo de agricultura usualmente tenha uma difícil penetração no mercado, é possível fazer vida deste negócio, apesar do “trabalho árduo”. Um dos produtores presentes, fundador da exploração “hortas da aldeia”, produz duas a três toneladas por ano de produtos biológicos, em Santa Margarida. Afirma que se produzisse mais, venderia tudo o que produzisse, mas admite que 90% do seu produto é redireccionado para lojas de produtos biológicos sediados em Lisboa.

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