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Grestejo: Trabalhar o barro português para o mundo

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A “Grestejo” teve o seu início em 2001 com a compra das instalações na Zona Industrial de Torres Novas. Mas da fábrica anterior apenas ficaram as paredes, já que a actividade era diferente e foi necessário implantar um novo parque de máquinas. Nesta empresa fabrica-se pavimentos extrudidos, de tipo rústico mas de características avançadas. É feito de uma mistura de argilas portuguesas, de reconhecida qualidade, que lhe deram um poder de resistência muito elevado.

A “Grestejo” é uma empresa “meio” familiar. Hoje em dia Renato e Carlos Marçal, pai e filho, são dois dos principais dirigentes, mas no início estavam outros associados, Carlos Ferreira, Carlos Rodrigues e Carlos Marçal que resolveram comprar as instalações por estas terem um preço atractivo. No comando dos destinos da empresa hoje encontram-se Carlos Marçal e Carlos Rodrigues, sendo que o primeiro é sócio maioritário enquanto que Carlos Rodrigues se ocupa, principalmente, dos recursos humanos.

A “Grestejo” faz pavimentos cerâmicos que são extrudidos, um método de fabrico diferente da prensagem. Os produtos desta empresa não contêm esmalte e são por isso mais resistentes que o azulejo.

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