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A cidade que não dorme…

 

Apesar de alguém ter dito que «não há melhor viajar do que abrir um livro», o certo é que as Férias existem para viajar, ou para dentro ou fora do País. Hoje mais do que nunca é necessário gozar alguns dias de férias fora do ambiente do nosso quotidiano. E só quando nos ausentamos é que notamos as diferenças. De ambiente, de paisagem, de alimentação, de modo de estar no dia-a-dia. Tudo é diferente, até o ar que respiramos.

 

Enquanto uns escolhem o campo para passar férias, outros optam pela praia e respectivos banhos. Mas outros ainda, mercê do seu nível de vida, escolhem um país para visitar, aqui bem perto de nós ou mais longe.

 

Quando falamos na cidade que não dorme, é sem dúvida Nova Iorque, uma cidade que sempre nos apaixonou e que ainda mantemos o sonho de um dia a visitar. Temos um conhecimento muito grande sobre esta cidade, através de «conversas» que temos mantido com Familiares e Amigos que já a visitaram por diversas vezes. Também o cinema de Woody Allen nos tem mostrado um pouco da cidade naviorquina, como também a televisão, além das ilustrações.

 

Tínhamos três cidades da europa que gostaríamos de conhecer: Paris, Moscovo e Nova Iorque. As duas primeiras tivemos a felicidade de já as visitar. A primeira por duas vezes, mas ficou muito para ver. Falta–nos somente Nova Iorque para completar o ciclo. Mas a razão porque hoje falamos desta cidade, foi ter visto na televisão uma breve viagem, através de um depoimento de quem lá vive há anos. E as surpresas foram tantas sobre uma cidade e a sua população e a forma como as pessoas vivem, trabalham e se divertem, fiquei com a sensação de que Nova Iorque é a cidade mais livre de todo o mundo. Ou seja cada um pode montar um negócio e levá-lo para a via pública, para as grandes avenidas. Não importa o ramo, pode ser alimentar, porque lá não existe a ASAE a perseguir tudo o que é tradicional. Esta cidade é um belo exemplo, pela forma como cada um vive e trabalha. Parece que tudo é livre e não existe a montanha de papelada que por cá é necessário para abrir um café, por exemplo. Mas apesar desta liberdade, as coisas são controladas. Todavia o que mais nos impressionou foi a quantidade de raças que ali vive e passeia.

 

Só uma pequena curiosidade: num bairro tradicional os moradores vieram para a via pública vender, mais barato, roupa que já não vestem. Tudo ali é natural. Em Portugal isso era impensável. Como estamos muito longe desta Democracia americana. É que nesta cidade existe respeito pela diferença e responsabilidade.

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