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Ronda Social ao Centro de Bem Estar Social da Zona Alta

 

“Não queremos que existam, queremos que vivam”

 

À entrada do Centro de Bem Estar Social da Zona Alta, uma imagem lindíssima do Santo António saúda os visitantes. O Santo dos achados, a quem se recorre quando se perde algo querido. Talvez, pela sua protecção aqui não falte o afecto, o carinho, a amizade, a solidariedade e o espírito de família. Alguém dizia isso mesmo: “Aqui somos como uma família.”

 

Oito são as valências, sete em pleno desenvolvimento, onde as actividades e iniciativas sucedem-se. Talvez por essa razão, a presidente da Direcção do Centro, Manuela Neves, diria no decorrer da nossa conversa, “não queremos que existam queremos que vivam”.

 

Nas paredes telas a óleo lindíssimas fruto de alguns anos de trabalho de um grupo do Centro de Convívio, assim como outros objectos que decoram o espaço, também eles resultantes deste espaço de convívio e aprendizagem. No primeiro andar os “avós” conversam à sombra do sol quente e conforme se sobe, começa-se a ouvir a algazarra própria da miudagem. Actualmente são cerca de c170 as crianças que o Centro acolhe nas valências de Creche e jardim-de-infância e 150 em ATL. No COJ estão outros 150 jovens. Frequentam o Centro de Dia cerca de 50 utentes, usufruem do Serviço de Apoio Domiciliário 30 idosos e estão inscritos no Centro de Convívio 110 pessoas.

 

Sem ter espaço para esmiuçar ao pormenor cada uma das valências, falamos apenas de algumas cujas designações poderão ser mais estranhas, o ATL é uma valência dirigida a crianças a frequentar o 1º Ciclo e apresenta-se com um carácter ocupacional e educativo.

 

Tem por objectivos a promoção das actividades extra-curriculares do interesse das crianças e que estimulem as suas competências físicas e mentais; Contribuir para o desenvolvimento e crescimento integrado das crianças; E ainda promover vivências novas e pedagógicas e trabalhar no sentido de incutir valores éticos indispensáveis a uma boa integração social.

 

Célia Ramos

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