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Concerto do 53º Aniversário do Choral Phydellius com casa cheia

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O Choral Phydellius celebrou mais um aniversário e para comemorar a data ofereceu à população um concerto no Teatro Virgínia, no passado dia 21 de Maio.

 

Com uma sala bastante cheia, o público pode apreciar um concerto dividido em três momentos: primeiro com a actuação do Coro Juvenil, seguindo-se a orquestra de professores e alunos do Conservatório e finalmente a actuação do Choral Phydellius.

O Coro Juvenil interpretou cinco peças, entre estas alguns espirituais negros, ficando no ar a sensação de que soube a pouco.

 

O Choral Phydellius não quis deixar de mostrar o melhor do que se faz no seu Conservatório de Música, disso foi prova a prestação a solo e em orquestra de alguns dos seus professores e alunos que elevaram a música a um nível profissional, encantando toda a plateia, a julgar pela sua reacção.

 

Antes de terminarem a sua apresentação, os professores do conservatório convidaram o público a acompanhar os seus instrumentos cantando os “Parabéns” ao Choral Phydellius, surgindo ainda em palco os elementos do coro, para se juntarem a esta festa.

O Choral Phydellius interpretou “Cantique de Jean Racine” de Gabriel Fauré, acompanhado pela orquestra.

 

A actuação do Choral Phydellius teve um início bastante descontraído com três peças “menos sérias” que levou o maestro João Branco a dirigir-se ao público, para explicar a interpretação propositada “menos boa” dos solistas das peças que iriam ouvir, para que as pessoas não estranhassem. Explicou que essas músicas geralmente eram cantadas em convívios onde as pessoas bebiam mais do que a conta e já estariam alegres.

Passando ao momento mais sério, lembrou-se Fernando Lopes Graça em “Os homens que vão para a guerra” e Sovet Prevechniy do russo Pavel Chesnokov. e “Mar” do próprio maestro, João Baptista Branco.

 

O concerto terminou com a actuação conjunta do Choral Phydellius e Coro Juvenil.

O Choral Phydellius celebrou assim mais um aniversário. Decorreram 53 anos desde a primeira actuação na Igreja de Salvador, sob a batuta do então maestro Fernando Cardoso. E desde aí tem vindo a marcar uma forte posição no panorama da música coral, não só local, mas também a nível nacional.

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