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A Família em primeiro lugar…

 

Um país que se preocupa com a Família, que é a célula base de qualquer sociedade, é um país que vai longe no seu desenvolvimento, em todas as suas áreas. Em Portugal, nem sempre a Família tem sido apoiada convenientemente e talvez seja essa, uma das razões, porque acontecem tão poucos casamentos e o número de nascimentos é cada vez menor.

 

Sempre defendemos a Família em todos os seus aspectos e tudo temos feito para que esses laços perdurem, ao longo dos anos. Em tempos fomos animadores de encontros de familiares e até realizámos cinco encontros onde conseguimos juntar familiares que já não se viam há dezenas de anos. Temos recebido propostas para que esses encontros voltem, porque são uma forma de todos se juntarem, novos e mais velhos. Estas coisas dão sempre trabalho e como a idade vai avançando as energias já são menores. Todavia a todos que nos fizeram chegar o seu desejo, prometemos pensar no assunto, porque como diz o Poeta, «o sonho comanda a vida…».

 

Esta reflexão de hoje que fazemos prende-se com um acontecimento social que aconteceu este fim-de-semana e no qual participámos com satisfação por ver a Família novamente reunida. O pretexto foi um aniversário – como é bonito fazer anos, é sinal de que existe vida. E quando se atinge a bonita idade dos 80 anos, na verdade o sentimento é triplo.

 

Foi uma tarde agradável, em convívio, onde as várias gerações se encontraram e apesar das diferenças naturais, não existe choques de espécie alguma porque a Família mantém os seus laços familiares. E quando assim é, tudo à sua volta acontece tão natural. Até as recordações e que nos fizeram crescer e amadurecer como homens responsáveis, foram recordadas como se ontem tivessem acontecido. E algumas já se passaram há cinquenta anos.

 

E quando olhamos para aquilo que aconteceu no Haiti e o sofrimento daquele Povo e das crianças abandonadas, ficamos a pensar quão ricos somos nós por ter uma Família que acredita ainda nos valores – civismo e educação – e que não abdica desses valores e não aceita certos modernismos que põem em causa a célula familiar. Daí afirmamos a Família em primeiro lugar.

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