Home > Colaboradores > Joaquim Canais Rocha > Um obrigado ao Carlos L. Carreira

Um obrigado ao Carlos L. Carreira

 

É com pena que vemos partir, por tudo aquilo que estava fazendo pelo nosso jornal, no sentido de o renovar inovando ao mesmo tempo. Mas satisfeitos por saber que vai ao encontro duma melhor valorização, com mais responsabilidade, sem dúvida, mas que julgamos que estará à altura das suas novas funções, pela sua inteligência e capacidade de trabalho. Daí desejar-lhe muitas felicidades e que continue a sonhar, porque por vezes os jovens não têm sonhos para ambicionar outros voos.

 

Depois de ler, no último número, o seu texto «Trabalhar em Família» – aliás esta crónica, quanto a nós, devia ter ocupado um espaço de maior destaque – não podia deixar de lhe dedicar algumas palavras, na nossa crónica semanal do quotidiano. Em primeiro lugar para lhe agradecer a amizade que sempre nos dispensou e que sempre tentámos retribuir e em segundo lugar para lhe agradecer, também, o excelente trabalho que realizou nos dois anos e meio que esteve como chefe de redacção. Na verdade «O Almonda», apesar dos seus 91 anos e dimensão, é um jornal regional diferente dos outros, porque aqui trabalha-se em «Família». As pessoas que fazem parte da redacção são amigas há muitos anos e estão perfeitamente identificadas com os valores religiosos do jornal, sem esquecer, também, a componente regional e desportiva.

 

O Carlos L. Carreira é um belo exemplo do valor da nossa Juventude, por vezes tão maltratada por aqueles que já deixaram de sonhar.

 

***

 

A passadeira de peões junto da Escola de Polícia e que dá acesso à Rua Comandante Ilharco, é uma verdadeira ratoeira para peões e automobilistas. Felizmente que ainda não temos que lamentar qualquer acidente mortal naquela passadeira. Todavia já aconteceram alguns sustos de pôr os cabelos em pé. A semana que passou voltou a acontecer uma ocorrência dessas e só não deu um acidente grave, porque o automobilista conseguiu segurar o carro e desviá-lo duma senhora que se fazia acompanhar duma criança. Quem nos contou esta história foi um torrejano, pessoa amiga, que presenciou toda esta dramática situação, que felizmente para todos acabou bem. Mas nem sempre isso pode acontecer, por circunstâncias várias. Acontece que as viaturas que entram por esta via para a cidade, via Vale, aparecem sempre com alguma velocidade e não se apercebem, rapidamente, que na descida existe logo uma passadeira e mais em baixo, uma outra. E quando a observam já estão em cima dela. É certo que os peões nem sempre têm a atenção devida, quando atravessam, porque o acidente está sempre à espreita. A solução, segundo alguns, era ali existir um sinal luminoso, enquanto outros defendem que talvez resolvesse uma certa lomba. O certo é que ali atravessar é sempre um perigo constante.

Deixe-nos o seu comentário pelo facebook

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *