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Banco Alimentar contra a Fome encontrou gente solidária em Torres Novas

 

A recolha para o Banco Alimentar contra a Fome em Torres Novas foi «muito satisfatória», indicou o responsável regional do Banco Alimentar, Carlos Fazendeiro do Banco Alimentar de Abrantes.

 

A solidariedade dos torrejanos aumentou em várias toneladas, subindo de 8 para 11 toneladas de alimentos recolhidos. Carlos Fazendeiro confessou a “O Almonda” que inicialmente estava «um pouco pessimista» dado ao actual momento de crise que o país atravessa. Ficou por isso muito surpreendido e satisfeito quando constatou que em Torres Novas, como no resto da região, a solidariedade dos portugueses para com os que mais necessitam não ficou em casa e assim se provou que «o povo português é bom», concluiu Carlos Fazendeiro.

 

Na pequena ronda que fizemos por alguns supermercados, no Domingo, verificámos que junto ao Modelo os escuteiros, do agrupamento 65 de Torres Novas, estavam a encher os carrinhos sem grande dificuldade. Logo à entrada havia um cartaz que dava uma ideia às pessoas dos bens que eram necessários. Leite, Azeite, Açúcar, Óleo, Atum, Bolachas, Grão/Feijão, Massas, Cereais e Salsichas era o que se pedia, e à saída, por norma, as pessoas correspondiam.

 

Uma “dadora” foi interpelada e explicou de forma sucinta porque costuma colaborar, «Eu ajudo todos anos o Banco Alimentar. Acho que é importante». Outra colaboradora explicou porque ajuda, «Se podemos ajudar os outros, e como de momento podemos, acho que temos a obrigação de ajudar».

 

Mas nem só os escuteiros colaboraram. O projecto “Rosto” esteve junto ao Intermarché, as Conferências de S. Vicente de Paulo no Lidl, as Guias junto ao Continente e outras instituições de cariz social também marcaram presença junto ao Pingo Doce e Plus.

 

Luís Miguel Lopes

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