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A memória e a Língua…

 

Os Encontros de Lusofonia que estão a decorrer em Torres Novas – em 2.º edição – até ao próximo dia 14, apresentam um conjunto de iniciativas e actividades relacionadas com a Memória de Povos nossos Irmãos e onde a Língua Portuguesa continua a ser a ponte para todos os encontros entre as várias comunidades.

 

Em boa hora a câmara torrejana teve a feliz ideia de dar continuidade a estes encontros lusófonos e que nos vai permitir conhecer melhor a realidade de países como o Brasil, Timor, Moçambique e Cabo Verde entre outros.

 

São várias as iniciativas a promover, quer na área cultural – várias palestras e feira do livro – , quer na área artística com diversos espectáculos, onde a música, a dança, os rituais marcam presença assídua nesses dias que se seguem, nos vários espaços culturais da Cidade: Teatro Virgínia, Biblioteca Municipal e Café Concerto. Os jovens não foram esquecidos, com várias actividades nas escolas e a presença de escritores nessa área, que vêm também apresentar novos livros, como é o caso da Ana Maria Magalhães, com o seu novo livro de histórias de oito países de Língua Portuguesa.

 

Por questões familiares, estamos muito ligados à Nação cabo-verdiana, daí o nosso interesse em estar presente nalgumas iniciativas deste país, para observar melhor como tem sido o seu desenvolvimento cultural e artístico.

 

Os destaques destes encontros vão para três conferências que se vão realizar na Biblioteca “Gustavo Pinto Lopes” e no Teatro Virgínia, com o espectáculo de Ana Moura e o filme “O Estado do Mundo”, com várias abordagens.

 

Uma semana de muitas iniciativas e actividades e que deve mobilizar os torrejanos no apoio e na participação de todos estes eventos.

 

As duas actividades paralelas que vão acontecer, a Feira do Livro e a Exposição “As Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo”, completam este Encontro de Lusofonia.

 

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Com o aproximar do Natal, os telefonemas a pedir auxílio multiplicam-se, chegando mesmo à saturação. Por vezes, em certos dias, chegam a atingir uma dúzia de vezes. Depois vêm as promoções disto e daquilo e uma pessoa quase que não tem descanso em atender o telefone. Por vezes não atendemos, quando o telefone toca, mas estamos sempre preocupados porque pode ser familiares ou amigos. Tome cautela com os telefonemas privados, não atenda.

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