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José Coêlho expõe em Paris

 

O escultor riachense José Coelho fez-nos chegar o catálogo sobre a sua Exposição de Escultura em Metal, em Paris e patente na Galeria Art Present, encerrando a 6 de Novembro. Por essa razão não podíamos deixar passar a oportunidade de falar, um pouco, sobre a experiência «Simpósio dos Simples» – Luz Fragmentada.

 

Ao longo dos anos temos procurado divulgar o trabalho deste escultor de metais e que à sua custa e coragem tem conseguido impôr-se na região, no País e no estrangeiro. A arte da escultura, por si própria e por ter uma linguagem que nem sempre é acessível ao observador atento, consegue todavia conquistar espaços, mercê da sua beleza. A escultura em ferro ou metal, tem uma linguagem própria que se identifica com a obra. Não é uma Arte popular, mas aos poucos vai conseguindo subir o patamar da fama. E a razão é muito simples para esse sucesso, porque parte duma matéria bruta e se torna numa escultura de formas geométricas que espelham beleza. Obrigam-nos a olhar para lá do espaço que a peça escultórica ocupa. Para o artista que executou esse trabalho, no caso concreto José Coêlho, cada peça que apresenta é um pedaço da sua alma criativa.

 

Nesta exposição o escultor pretendeu homenagear um conjunto de artistas com dimensão universal, caso de Amadeu Cardoso, Camões, Cervantes, Fernando Pessoa, Picasso, Shakespeare e muitos outros.

 

Em 2007, quando expôs no Instituto Franco-Portugais, o Adido Cultural escreveu: «Entre as margens do Tejo e as do Sena, de Lisboa a Paris, ele povoa a nossa imaginação de personagens tutelares, as ningas camonianas, e de «Caixas de Memórias» para conservar intactos os nossos sonhos mais íntimos…».

 

Muito se tem falado e escrito sobre este escultor, mas esta Exposição veio-nos mostrar que muito mais há a dizer sobre os seus novos trabalhos, agora com dimensão sem fronteiras.

 

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Só nos resta felicitar José Coêlho para estes novos trabalhos, com votos de que continua a fazer, dos seus ferros e dos seus metais, esculturas de uma beleza original, porque são peças únicas.

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