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Portugal o rei da Europa

Alguns jornais desportivos do país vizinho colocaram a seleção portuguesa de futebol no topo régio, por ela ter juntado ao troféu de campeão europeu em 2016, o troféu da primeira edição da Liga das Nações da UEFA, de 2019, competição organizada por Portugal, o que deu ainda mais relevância. Concebida obviamente pela UEFA, esta liga constituída pelos países da União das Associações Europeias de Futebol, tal como a Liga dos Campeões e a Liga Europa, é disputada de dois em dois anos, as outras duas são realizadas todos os anos. Li há dias num conceituado jornal semanário, na sequência da notícia de que o treinador português Paulo Fonseca deverá ser o próximo treinador Portugal da Roma, que se Portugal exportasse tantos produtos “Premium” noutras matérias, como no futebol, o país estaria muito melhor. E o futebol português, se fosse feito só de jogadores e treinadores, também. Ora, como em todas as maté- rias, nem tudo é composto só de aspetos positivos e o desporto- -rei tem de caminhar também no sentido da educação daqueles que enchem os estádios, sobretudo dos que ainda pensam que as boas maneiras, o civismo e a sã convivência não são parte integrante do relacionamento humano. Assim, neste contexto, os dirigentes têm de mudar a forma como falam e o vocabulário que usam quando se referem ao adversário. É que muitas vezes as suas intervenções na televisão só provocam rancores contra outros clubes. E os sócios dentro dos estádios devem reger-se pelo civismo e até copiar os princípios da Grécia Antiga, isto é, respeitar os outros mesmo com ideias diferentes. Evidentemente deixando tochas, petardos e outros materiais perigosos em casa. Então, reis do desporto e do civismo e estádios cheios.

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