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Tomadas de Consciência

Há uns dias li uma pequena fábula! De conteúdo simples mas que mexeu comigo. Partilho-a aqui e agora convos- co: “Uma cobra entrou numa carpintaria. Enquanto rastejava para um canto, passou por cima de um serrote e feriu-se um pouco. Nesse momento, virou-se e mordeu o serrote e, ao fazer isso, feriu-se gravemente na boca. Não compreendendo o que lhe estava a acontecer, pensan- do que era o serrote que a atacava, decidiu enrolar-se à volta do serrote para o sufo- car com o seu corpo, apertando-o com toda a sua força. Assim, a cobra acabou por ser morta pelo serrote.” Tal como na fábula quantas vezes também nós já reagi- mos com raiva, simplesmente por não compreendermos o que se está a passar connosco e com as nossas vidas e pensando que magoamos quem nos fez ou continua a fazer mal, acabamos por única e exclusivamente ferir ainda mais a nós mesmos. Nessas alturas o melhor mes- mo, é ignorar pessoas e ofen- sas, pois as consequências ao reagirmos podem ser irreversíveis e catastróficas. O silên- cio será sempre a melhor resposta! E também a mais difícil! No momento e certamente nos próximos tempos é certo! Mas a mais acertada. Tomadas de consciência que nos são vitais. Tão vitais como são o oxigénio e a água para a humanidade. Saibamos aceitar e passar da teoria à prática pois TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (e foi apenas uma fá- bula), TUDO ISTO são COISAS
e CENAS & CENAS e COISAS.

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